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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

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Transparências Das cidades de solidão ao novo ciclo…

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A economista Noreena Hertz, numa entrevista ao jornal «Expresso», fala do seu livro “O Século da Solidão», um livro onde analisa as implicações e as causas da solidão.

 

A entrevista abriu-me o apetite para ler o livro, até porque, nos dias de hoje, este é um tema de grande actualidade.

“Se quisermos falar  de solidão num sentido relevante no século XXI, precisamos de reconhecer que a solidão é tanto politica como pessoal, e os seus estímulos são tão tecnológicos e económicos como relacionados com as escolhas que fazemos enquanto indivíduos”, afirma Noreena Hertz.

A solidão como conceito que permite pensar em contextos e pretextos que visam motivar os cidadãos do fazer cidade e cidadania, do participar na discussão das cidades e na procura de soluções para o bem estar e qualidade de vida.

Um solidão que deixa marcas na forma de estar na vida quotidiana, essa que cria uma vida virtual, vivida nas redes sociais e marcada de ilusões, de ausência de afectos, e , por isso toca na saúde física e mental.

São esses os tempos que vivemos, o tempo que se faz e constrói com o nascer de cidades de solidão.

  

PSD a necessidade de se repensar profunda e estruturalmente

 

“A escolha inequívoca que os portugueses fizeram significa para o PSD a necessidade de se repensar profunda e estruturalmente. De questionar o papel que deve representar na sociedade portuguesa”, são palavras de Pedro Rodrigues ex-deputado social democrata.

Esta a onda que começa, e vai tornar-se em vaga e  vai crescer, porque o PSD está a ser pisado nos calcanhares pelo Iniciativa Liberal e pelo Chega.

Há no PSD que não se incomode com uma ligação-táctica ao Chega. Quanto ao IL, a ligação é banal.

Este assunto vai aquecer a vida politica interna do PSD, estes são os primeiros sinais da água a começar a borbulhar. O certo é que a temperatura vai aquecer nesse “questionar o papel que deve representar na sociedade portuguesa”.

O CDS-PP evaporou-se, segundo as palavras do ex-deputado do CDS- PP devido à “megalomania” de Francisco Rodrigues dos Santos que só tinha como objectivo ser deputado.

O PSD neste novo ciclo politico vai ter dificuldades em se afirmar como fiel da balança da direita em Portugal. Será que vai conseguir recuperar o espaço politico que perdeu para o IL e para o Chega?

 

Presidente da República foi despedido do cargo de árbitro

 

Por outro lado, Luis Filipe Menezes, sublinha que – “o Presidente da República foi despedido do cargo de árbitro do regime, neste momento, o país não precisa de um árbitro, mas sim de um vigilante do regime…”.

Pois, as maiorias absolutas são o que são, num país, onde o “estado é rei”.

Num país, como diz António Barreto, dia após dia, ano após ano, o estado se fortalece, em detrimento das instituições, como por exemplo as academias, as associações, os sindicatos, as empresas ou as religiões, e, também da imprensa.

É por isso, hoje, quando li as palavras de Manuel Carvalho que a democracia portuguesa é suficientemente madura para acreditar ma qualidade dos seus contrapoderes – a independência judicial, o poder moderador do Presidente da República ou o dever do escrutínio dos jornalistas, que acrescenta, ser incerta, o estado da oposição. Interroguei-me. Pensei apenas na vida vivida. E no direito de dar vida à palavra indignação. É vida.

Basta recordar os dias da indignação potenciada por Mário Soares. Ou aquela maioria que, de PEC em PEC, nos conduziu à troika.

 

Obviamente, demita-se!

 

E, neste dia dou comigo a deliciar-me a ler o texto de Boaventura de Sousa Santos – Obviamente, demita-se!.

Um mergulho pela história. A velha história da história da esquerda, que se digladia e a direita que cresce. O BE em tempo de reflexão.

 

Presidente de Câmara e Vereador vão para a prisão

 

Ainda, o registo que o Tribunal de Leiria condenou o ex-presidente da Câmara de Pedrogão Grande, Valdemar Alves e o o ex-vereador Bruno Gomes a sete anos e a seis anos de prisão efectiva, relativamente ao processo de reconstrução de habitações na sequência dos incêndios de Junho de 2017.

 

Violência Doméstica

 

E, para fechar, a noticia que no ano de 2021 a violência doméstica registou 23 mortes – 16 mulheres, duas crianças e cinco homens.

Houve uma redução comparativamente a 2020, ano em que foram registadas 32 mortes.   

 

António Sousa Pereira

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