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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

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Crónica do Palácio - A Oeste nada de novo

Assim vai o Barreiro. Calmo, sereno. Tudo como dantes, ou seja… a oeste nada de novo!
A “rentré” no Barreiro, pode dizer-se, foi marcada pela apresentação das obras do POLIS, pela divulgação dos prémios da ILUSTRARTE, e pela apresentação da primeira acção da S.ENERGIA…

 

A Tertúlia do Palácio recomeçou mas, desta vez, o encontro registou-se no Pato Bravo ( um retorno às origens) dado que o Palácio está encerrado para férias.
Falou-se de tudo um pouco : das eleições no PSD, do Mercado do Marquês, da Festa do Avante, da imprensa local; da vida local do PS, do BE, do PSD e do PCP (falou-se baixinho…).
Ah, é verdade a questão que mereceu algum “confronto” foi o debate sobre João Soares – É ou não eleito do PS? Uns dizem que sim. Outros dizem que não. Há mesmo quem afirme que continua a ser militante do PS.
Enfim, para começar foi uma conversa animada, muito viva e a prometer futuras novidades.
Mas o interessante é que, neste regresso de férias, tudo se encontra como dantes, nada mudou e nada certamente vai mudar nos próximos tempos.

A Oeste nada de novo

O PSD está a arrumar a casa, envolvido nas suas eleições internas. Mas, por outro lado, não deixa de lançar as suas dicas e protestos, marcando alguns pontos ao nível da oposição.
O PS continua a vegetar. Não se sabe se existe como oposição. Nem se sabe se existe como partido. O PS anda por aí – até marcou presença nas Festas do Barreiro.
O BE que parecia ir emergir com uma estratégia própria, e, talvez, afirmar-se com uma dinâmica própria na vida da cidade – com o lançamento da iniciativa dos 100 anos da CUF – entretanto, parece que hibernou de novo.
O PCP localmente, envolvido com a Festa do Avante, deixa para os eleitos da Câmara o protagonismo político. Um erro que no passado pagou caro. A CDU é coisa que existe no papel.
Pelo que foi dito na Tertúlia, consta que o grande assunto local parece ser actualmente o Mercado do Marquês. Consta que existem blogues e debates animados. Um “fait divers”. Ou um assunto que agita corações.

A autarquia…marca!

Entretanto, a Câmara dá a conhecer as obras, aquilo que vai mexendo…agitando a opinião pública.
Enfim, numa casa onde o dinheiro é sempre pouco, portanto, vai-se mostrando o que é possível.
Enquanto Emídio Xavier mostrava o AMAC - como a sua grande obra – herdada da gestão CDU. Carlos Humberto mostra o POLIS – como sua grande obra – herdada da gestão socialista ( e, de facto, ao que parece, agora sem nós…).
Assim vai o Barreiro : calmo e sereno. Tudo como dantes, ou seja… a oeste nada de novo!
Quem está no poder, com pelouros, gere e faz o possível.
Quem está na oposição, sem pelouros, não gere, nem acrescenta nada ao quotidiano, nem sequer oposição que, diga-se, seria sempre útil.
A “rentreé” no Barreiro, pode dizer-se, foi marcada pela apresentação das obras do POLIS, pela divulgação dos prémios da ILUSTRARTE e pela apresentação da primeira acção da S.ENERGIA…ou seja, a autarquia…marca!
Amanhã e nos próximos dias as aulas vão arrancar, dando o pontapé de saída para o recomeço de um novo ano lectivo.
Enfim, terminaram as férias…vamos ao trabalho!
Foram as conclusões a que cheguei naquela que foi a primeira conversa, na Tertúlia do Palácio…no Pato Bravo.

António Sousa Pereira

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