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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

Porquê?

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O vento sopra na vidraça,
escuto um grito no silêncio,
congelando a dor no pensar.
 
Interrogo-me numa lágrima.
Porquê?
 
Vejo-te voar, voar, no teu cabelo
pintado de palavras douradas.
Filosofar! Sorrir! Sonhar!
 
Interrogo-me noutra lágrima.
Porquê?
 
Vejo-te no teu andar elegante
eterna juventude a florir.
Critica. Solene. Acutilante.
 
Interrogo-me em lágrimas
Porquê?
 
No vento que sopra
em silêncio na vidraça
uma gota feita lágrima,
beijo-te, de eternidade!
 
S.P.
19 de fevereiro de 2021

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