O antivírus é o sorriso!
Há coisas na vida que cansam. Aquelas que não cativam. Aquelas que pretendem adormecer-nos ou retirar-nos a criatividade.
Essas coisas são, afinal, uma espécie de «vírus» que pretende destruir o nosso «software».
Se não abrirmos. Se desligarmos. Não entram no nosso mundo. Autodestroem-se. Transformam-se num «resíduo», uma espécie de mero «passivo ambiental».
Existem. Estão presentes, mas devidamente identificados. É uma realidade com a qual temos que saber viver. Isso aprende-se.
Há quem goste de viver nesse «mundo viral», de vasculhar no lodo. É vida.
É verdade, causa náusea, mas, saber gerir a náusea é como saber gerir uma indisposição dos sentimentos.
Como dizia o poeta – “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.
Fica o aviso. Tomem cuidado com os «vírus». Eles circulam, circulam, repetem, repetem…
Afinal, é só isso que cansa, de resto, basta não abrir, nem lhes dar espaço…
Ah, é verdade. O antivírus é o sorriso!
S.P.

