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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

Viver com Rostos!

Chegar a um ponto de chegada não é chegar ao fim, porque, afinal, o fim é sempre mais além, muito para além que qualquer ponto de chegada.

Um ponto de chegada é sempre um ponto de recomeço. Vivemos sempre a recomeçar.

Todos os dias são um recomeço. Até costumo dizer, com muita frequência, que, cada dia é dia de renascer, de descoberta, de reencontro com o presente.

É isso, cada dia é um presente, é o ponto de encontro com a distância de um silêncio que existiu e donde partimos.

Nascemos no silêncio. Nascemos mergulhados em ternura feita de nervos. Abrimos o caminho para a luz do dia, com gritos de esperança e um choro que, dizem que chorámos, mas que ficou perdido no tempo.  

Vivemos no silêncio, esse, nos confins dos nossos nervos, aí, onde, só nós, nos encontramos na ternura da nossa sensibilidade.

Pensam, por vezes, que sabem tudo de nós e quando não sabem inventam. Cada um de nós sabe os caminhos percorridos – os erros e as virtudes.

O belo, afinal, é sentir que fomos sempre nós próprios.

 

Construímos projectos. Inventamos sonhos. Caminhamos porque a vida é para caminhar.

Caminhamos na procura de ser o que desejamos, vivendo, lutando, acreditando, chorando, sorrindo – só assim somos.

A vida é feita de lágrimas. A vida é feita de sorrisos.

 

Festejamos os dias, aqueles que marcam qualquer começo, porque todos os começos, são para festejar e recordar, principalmente, aqueles começos que forjam a nossa identidade e totalidade.

Resistir. Ser resiliente é essa força que nos ergue, sempre que caímos, sempre que as dificuldades fecham as portas, sempre que um passo atrás é a energia que nos empurra para, amanhã, conseguirmos dar passos em frente.

Nunca desistir de caminhar. Nunca desistir de construir.

É isto, tudo isto que sinto neste dia 25 de Setembro, quando celebro um tempo vivido com paixão, entrega, sonho, confrontos, irreverência, superando, como formiguinha teimosa, todas as adversidades.

Sim, adversidades, que foram tantas, tantas, que fizeram doer o coração e os nervos.

 

Foi a resiliência. Foi a vontade de caminhar. Foi essa, de facto, a energia encontrada na raiz dos pensamentos para mover a vontade, dando força, muita força, para dar à loucura a sanidade suficiente para sorrir aos dias e chegar aqui – festejar e dizer, bem alto – vou continuar com a comunidade, para a comunidade e servindo a comunidade.

Obrigado, a todos que festejaram comigo este dia 25 de Setembro de 2016.

Sempre gostei de viver com Rostos!

 

S.P.

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