Pés molhados na areia
Sentir o mar. Escutar as ondas. Palmilhar a areia. Abraçar o vento. Tocar o sol com o olhar.
Estar ali, sentado, olhando o infinito. Imaginar as naus. E, além, numa vela na distância, ver aquele quadro de Fernando Pessoa, onde a «mensagem» se eterniza.
Sim, cumpriu-se o mar. Falta cumprir Portugal!
Mas ao menos, neste dia de Agosto de Dois Mil e Dezasseis, fico com este sentimento que o mar, o seu cheiro e sabor salgado, dão energia e fazem pensar, que há mais vida para além do sol que queima e aquece os nervos.
Basta-me sentir os pés molhados na areia, e, ali, de súbito, tudo o resto é silêncio!
S.P.

