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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

A medalha

E, quando de repente, de forma inesperada, sem qualquer pergunta, alguém nos encontra na rua, e diz: “Eu não fiz com qualquer intenção. Pediram-me para dar uma informação. Eu dei. Não sabia, que era para não te darem a medalha”.

Olhamos. Sorrimos. Respondemos: “Nunca mais pensei nesse assunto. Esqueci”.

Um abraço. Um sorriso: “Somos amigos”.

Continuamos o caminho e apenas pensamos: “Cá se fazem, cá se sabem”.

Afinal, eu tinha razão. O tempo provou que tinha razão. Sorri.

Ah, é verdade – pensei – ainda diziam, os ditos, na sua pureza e intelectualidade, que todo o comportamento era fruto do “complexo da perseguição”.

Dou uma gargalhada. Querem lá ver que, afinal, esta era a verdadeira medalha que me estava destinada – a verdade!

Razão tinha a minha avó: a verdade é como azeite, vem sempre ao de cima.

Voltei a sorrir e, ali, naquele instante, senti a felicidade bater à porta do meu coração!

 

S.P.

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