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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

A energia positiva

Uma das formas lindas de chegar ao fim de um dia é quando, após um encontro, sem nada mais, apenas pela troca de palavras e de sorrisos, momentos depois recebemos uma mensagem que nos diz:”Olá, meu novo amigo!”

É lindo e dá energia positiva. Só a amizade dá essa força, tudo o resto – nunca esqueças – são invenções.

São invenções os perfeitos. São invenções os puros. São invenções os não pecadores. São, até, invenções aqueles que nunca falam mal de ninguém.

Cá por mim prefiro criticar, falar mal, desabafar, comentar, e, por fim, sorrir. Isto é viver.

Prefiro chegar ao fim de cada dia e, se, nesse final de dia, descobrir uma nova amizade, acho que valeu a pena. Digo AMIZADE, essa que se descobre com sorrisos de cumplicidade, nessa partilha de sentir a forma mais bela de estar e viver a vida que vivemos  - fazendo o que gostamos, amando os dias - porque o resto é ficção.

Afinal, cultivar a amizade é cultivar uma energia criadora e positiva.

 

S.P.

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Liberdade

A liberdade não é o que desejamos. A liberdade é o que somos.

É por isso que eu afirmo, que a minha liberdade não acaba em ti, em ti começa a minha liberdade.

Porque, afinal, não é acabando com a minha liberdade que tu és livre. Sou livre, se tu és livre.

A minha liberdade começa, onde começa a tua liberdade – aí, onde somos!

 

S.P.

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A nossa história

Somos o resultado de todas as escolhas, perguntas e respostas. A nossa história é feita no e pelo tempo que vivemos.

Não vale a pena inventar. Está vivida.

O importante é sentirmos que a nossa história é a verdade de todo o tempo que vivemos. E, isso, só nós sentimos e sabemos.

Tudo o resto é invenção!

 

S.P.

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O pensar e sentir

A nossa mais profunda relação com a vida reside na nossa capacidade de a pensar. Pensar a vida significa senti-la, por dentro, em ideias, em conceitos. É, aí, quando pensamos e fazemos o que sentimos, que, nós, de facto, nos encontramos e somos.

O que conta é esse nosso encontro, por dentro, uma musicalidade única, que dá tranquilidade – o pensar e sentir.

Tudo o resto são fantasias.

 

SP

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Aprendizagem

Os momentos mais lindos das nossas vidas são aqueles em sentimos que, naquele momento, algo se acrescentou nesse caminho de aprendizagem que é a vida.

Ter a consciência que há sempre algo a descobrir, algo a aprender e tudo, tudo que vivemos não é inútil, é, isso, apenas isso, uma aprendizagem – isso é que é lindo.

 

S.P.

 

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Sorrir

É óbvio que cada um de nós tem um ponto de vista, sendo, a partir dele, que observa o mundo, a vida e os dias. O facto é que essa observação é vivida num contexto e no tempo que vivemos.  A experiência diz-nos que ao longo do tempo, há mudanças, o mundo de hoje, não é o mesmo de outros «tempos» que já vivemos. 

Talvez por tudo isso, temos que pensar o tempo de hoje com a realidade do tempo de hoje, vivendo e tudo fazendo para realizarmos, com a nossa acção, o que seja possível para alcançarmos aquilo que é central nas nossas vidas – ser feliz! Sorrir!

 

S.P.

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Momentos de decadência

Na vida, por vezes, os momentos de decadência, de quebras, podem ser momentos difíceis, mas, depois, pensados, são experiências vividas que ajudam a sentir a necessidade de regeneração, e, portanto, são sempre um ponto de partida para apostar na mudança.

 

S.P.

 

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Eu quero amar-te a ti, meu Portugal!

O meu país, não é um jardim

há beira mar plantado, nem

sequer a memória das naus,

ou das batalhas de Aljubarrota,

Alcácer-Quibir, nem mesmo,

do Ultimatum ou Guerra Colonial.

 

O meu país, é esta língua onde, penso,

escrevo, com palavras de si mesmo,

que se cantam e sentem com saudade.

 

Palavras que rimam com cante, fado,

samba, kuduru, quizomba, bidu,

palavras que saltam nas planícies,

do Alentejo, dançam o corridinho

nas praias do Algarve, a chula no Minho,

brilham nas cores canarinhas, queimam

em Luanda, sopram no Indico,

e estendem-se nas ondas de Macau e Timor.

 

Palavras de um povo que ergueu um país,

que se diz aqui, numa língua universal,

e se escreve, apenas – Portugal!

 

Um país que soube sempre dizer – não,

viveu em castelhano, pensou francês,

até se aliou, para se afirmar, ao Inglês,

e agora, pelos vistos quer pensar alemão.

 

É por tudo isto que o meu pais, agora,

tem que voltar a sentir, este sentir, falar,

pensar, amar, por dentro da sua raiz,

viver para além da saudade, construir,

por dentro da saudade, que vos digo,

no meu ver, rima mais com Liberdade,

e está fora de questão, isso que teimam,

repetem e querem fazer crer, que só vamos,

bem viver, nesta podre austeridade.

 

Por tudo isto vos digo, pensar em bom

português, é pensar sem servidão,

é ser único na saudade, no sentir

a liberdade, e dizer – Europa sim,

África, América, Ásia, Oceânia,

nesta língua que fez mundo,

isso sim, é ser português.

 

Quero ser português, neste lugar,

onde nasci, nesta língua universal,

sentir que sou homem no mundo,

neste sentimento intenso, imenso,

de Camões, de Pessoa, de Quental,

esse amor de mar, de sol, de luar,

de azul, deste dizer tudo, num só

som, gritando bem alto, com emoção.

 – Eu quero amar-te a ti, meu Portugal!

 

SP

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Progresso

Só há progresso e sentimos o progresso, quando encontramos respostas a perguntas nascidas no presente ou àquelas que herdámos do passado.

É, por isso que, por vezes, cansa ver a história repetir-se, com as mesmas perguntas, as mesmas respostas, num permanente marcar passo, preso nas memórias do tempo. Os mesmos brancos e pretos. Os mesmos maus e bons.

Se não há novas perguntas, não encontramos novas respostas, nem descobrimos novas cores.

O progresso abre sempre as portas a novas perguntas e a novos olhares sobre a vida.

Uma coisa é certa, só há progresso quando a história avança e acrescenta ao passado – um presente grávido de futuro.

 

SP

 

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CRIAR

Perder a capacidade criativa é perder a capacidade de agir.

Só agindo transformamos. Só transformamos fazendo.

É por isso que agir sem criar, é como pensar sem fazer.

 

 SP

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