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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

Em defesa dos Hospitais de Almada, Barreiro e Setúbal Vai realizar-se uma concentração frente ao Ministério da Saúde

. Triplicaram os mortos em Portugal

. No Barreiro será encerrada a Maternidade

“Não aceitamos o encerramento de valências no Hospital do Barreiro”- afirmou Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, hoje pela manhã, no decorrer da concentração realizada frente ao Hospital do Barreiro.

José Manuel Fernandes, membro das Comissões de Utentes, salientou que “até 2015, mais de metade das especialidades do Hospital do Barreiro vão ser transferidas para o Hospital Garcia de Orta”, em Almada, onde existem, já hoje, muitas dificuldades para os utentes.

Numa iniciativa promovida pela CUSPAS – Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Alto do Seixalinho e AMPM - Associação de Mulheres com Patologia Mamária, hoje, pela manhã, realizou-se uma concentração, junto à entrada do Hospital Nª Srª do Rosário, no Barreiro, tendo como objectivo a «defesa do Hospital do Barreiro».

No Barreiro será encerrada a Maternidade

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu que a Portaria 82/2014, tem como objectivo “o encerramento de serviços nos hospitais”, de Almada, Barreiro e Setúbal.
“No Barreiro será encerrada a Maternidade” – salientou.
O autarca afirmou ter conhecimento que está sendo efctuado “um levantamento dos profissionais de Saúde que consideram que estão a mais”, pressupondo que será com a finalidade de serem transferidos.
“Não aceitamos o encerramento de valências no Hospital do Barreiro”, disse o edil, acrescentando que, igualmente, não aceita que – “se reduza o número de trabalhadores no Hospital”

Concentração frente ao Ministério

Na sua intervenção salientou a recente realização de uma reunião dos Presidentes de Câmara e os Vereadores com responsabilidades na área da saúde da Península de Setúbal, que aprovaram, por unanimidade, uma tomada de uma posição conjunta, manifestando a discordância contra a Portaria.
“Solicitámos uma reunião ao Ministro” – disse.
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que as populações devem organizar-se e intervir e nesse sentido, os presidentes de Câmara, aprovaram a realização de uma concentração, frente ao Ministério da Saúde, em defesa dos hospitais de Almada, Barreiro e Setúbal.

Entregar a Saúde aos privados

Presente na concentração, a deputada Paula Santos, eleita pelo Partido Comunista Português, salientou que a Portaria do Governo, visa “encerrar serviços” e “degradar as condições do Serviço Nacional de Saúde, é isto a politica deste governo”.
Recordou que “as pessoas cada vez têm mais dificuldades de acesso ao Serviço Nacional de Saúde”, perante o “ataque global” do governo com a finalidade de “entregar a saúde aos privados”.
“Este é um governo e uma politica que não tem legitimidade” – referiu.

Mais de metade das especialidades do Hospital do Barreiro serão transferidas

José Manuel Fernandes, membro das Comissões de Utentes, salientou que a Portaria 82/2014 – “vai para além da ilegalidade”, o objectivo, afirmou é que “até 2015, mais de metade das especialidades do Hospital do Barreiro vão ser transferidas para o Hospital Garcia de Orta”, onde existem, já hoje, muitas dificuldades para os utentes.

Triplicaram os mortos em Portugal

Este Governo, disse, quer matar o Serviço Nacional de Saúde, como está a matar as pessoas.
Salientou que a média de mortos em Portugal, nos últimos anos era de 50 mil por ano e que no ano 2013 atingiu-se para cima de 160 mil mortos.

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Andreia, 30 anos feitos no 25 de Abril «O cancro não condiciona a minha forma de pensar»

O seu nome é Andreia. Idade 30 anos. Estava grávida de sete meses, quando soube que tinha cancro da mama.

“Espera-se que os milagres, operem milagres” – afirmou Andreia, no decorrer da sessão que assinalou 20 anos da Unidade de Oncologia do Hospital do Barreiro.
“No meu caso foi o que aconteceu” o milagre de “profissionais dedicados”, sem cuja dedicação afirmou – “não estava aqui agora”.

O seu nome é Andreia. Idade 30 anos. Estava grávida de sete meses, quando soube que tinha cancro da mama.
Desde esse momento pensou e decidiu que – “não ia fazer parte das estatísticas”.
Foi assim, contando a sua história que iniciou o seu depoimento, no Auditório do Hospital de Nª Srª do Rosário, no Barreiro, decorrer da sessão que assinalava os 20 anos da Unidade de Oncologia do Centro Hospitalar Barreiro Montijo. 

Fui sempre acarinhada

Andreia, recordou que seu bébé nasceu saudável num parto de cesariana.
“Não foi fácil” – salientou, acrescentando – “ainda bem que fui encaminhada para o Serviço de Oncologia”.
Salientou que esteve submetida ao “tratamento acamada”, e que nos diferentes serviços do hospital onde esteve internada – “fui sempre acarinhada”.
Referiu que sentiu sempre – “eu não era mais um número, mais um processo”.
“Todas as pessoas tiveram sempre a dignidade de falar comigo e esclarecerem-me as minhas dúvidas” – afirmou.

Não tinha uma vida fácil

“A doença fazia parte de mim, mas não era a minha pessoa” – salienta, acrescentando que sentia que tinha – “o poder de pensar a doença ao nível ao nível psicológico” e, afirmando, convictamente – “o cancro não condiciona a minha forma de pensar”.
“Não tinha uma vida fácil” – refere, mas salienta – “a minha preocupação é com aquilo que posso controlar”.
“Fui sempre pragmática” – salienta.

O milagre de profissionais dedicados

“Espera-se que os milagres, operem milagres” – sublinha, acrescentando – “no meu caso foi o que aconteceu” o milagre de “profissionais dedicados”, sem cuja dedicação afirma – “não estava aqui agora”.
“Uma equipa que trabalha extremamente bem, dos enfermeiros aos médicos, todos” – refere.
Andreia salienta a “a determinação” dos profissionais, a “qualidade” do serviço, cujo fim é servir os doentes.

30 anos em Abril

Andreia, de lágrimas nos olhos, agradece, recordando que no dia 25 de Abril, comemorou os seus 30 anos, e isso só foi possível porque encontrou na Unidade de Oncologia do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, uma equipa de profissionais dedicados que a ajudaram a viver e a partilhar a sua vida com o seu bébé.

Um momento que não se esquece

Os presentes no Auditório do Hospital Nª Srª do Rosário, de pé, aplaudiram a Andreia e Jorge Espirito Santo, Director do Serviço de Oncologia, ofereceu- lhe um ramo de flores.
Um momento que não se esquece. Um depoimento que se grava na memória. 
Um momento que, sem dúvida, é um estímulo para uma equipa que assinala 20 anos de vida.

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