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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

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Debate «A Arte e a Espiritualidade» “Há sempre um lado invisível da emoção”

Na Casa Amarela do CACAV – Centro de Animação Cultural de Alhos Vedros, realizou-se uma sessão tendo como tema : “A Arte e a Espiritualidade”, sendo prelectora a artista plástica Fátima Romão.

Um debate animado, aberto, com espaço para «gestão» das diferenças, sem dogmas, mas deixando as ideias «soltarem-se» do seu «casulo» onde afinal o artista cria as formas, as cores e se afirma como «sendo o verbo».

Fátima Romão, sublinhou a importância da arte enquanto fenómeno que contribui para “dar visibilidade às emoções”, referindo que “há sempre um lado invisível da emoção”.
No decorrer da sessão forma diversos os temas abordados da «filosofa» à «ciência», da “religiosodade» ao «social», procurando a artista plástica motivar um debate, que foi vivo e envolveu os presentes na sessão.

A experiência do sentir

“A experiência do sentir” e a sua relação com o “que pensamos”, entre aquilo que se define como “objectividade» e «subjectividade», o conflito entre “o bem» e «o mal», que se traduz, através da arte, como “exigência» de transmitirmos a “inquietude aprisionada» no nosso «absoluto silêncio».

Falou-se de «espiritualidade» e de como a «arte» podem ser equacionada como «inspiração divina», numa vivência da «introspecção» do artista que emerge na sua «criatividade».

Troca de opiniões divergentes

Falou-se da «acção», do «caos», de «energia», num diálogo em que foram trocadas opiniões divergentes – de quem sente a arte como um campo de expressão das suas crenças, ou de quem sente a arte como reflexo de lutas sociais.
Um debate animado, aberto, com espaço para «gestão» das diferenças, sem dogmas, mas deixando as ideias «soltarem-se» do seu «casulo» onde afinal o artista cria as formas, as cores e se afirma como «sendo o verbo».

José Manuel Silva, Bastonário da ordem dos Médicos no Barreiro «Neste momento, neste país, temos que lutar pelo Serviço Nacional de Saúde»

José Manuel Silva, Bastonário da Ordem dos Médicos, hoje, no decorrer da cerimónia evocativa dos 20 anos da Unidade de Oncologia do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, afirmou que a Portaria 82/2014 – “não se baseia em nenhum estudo técnico” ou “cientifico” apenas “visa o encerramento de serviços hospitalares no país”.

Os objectivos são o “emagrecimento do Serviço Nacional de Saúde”, a “proletarização dos profissionais de saúde” e defesa dos “privilégios dos privados” - referiu.

O Bastonário da Ordem dos Médicos afirmou que vivemos “uma época que tudo está a ser posto em causa”, acrescentando que “neste momento, neste país, temos que lutar pelo Serviço Nacional de Saúde” que, disse, “está a ser posto em causa, por razões estratégicas e razões politicas, não por razões financeiras”.

Nós médicos estamos do lado dos doentes

Na sua intervenção, deu os parabéns ao Centro Hospitalar Barreiro Montijo, por ter “um serviço de excelência” como é a sua «Unidade de Oncologia».
Recordou as palavras da utente – Andreia, uma jovem de 30 anos que partilhou as suas vivências, enquanto utente da Unidade de Oncologia – como “uma lição de luta por aquilo em que acredita”.
O seu exemplo, referiu, demonstra como “é uma responsabilidade de todos” lutar pelo “nosso interesse que nos é mais caro a nossa saúde”.
“Nós médicos estamos do lado dos doentes” – sublinhou – “se permitirmos que o Serviço Nacional de Saúde seja posto em causa todos nós perdemos”.

Visa o encerramento de serviços hospitalares no país

José Manuel Silva, afirmou que a Portaria 82/2014 – “não se baseia em nenhum estudo técnico” ou “cientifico” apenas “visa o encerramento de serviços hospitalares no país”.
Recordou que quando se refere sobre o encerramento de tal ou tal serviço a resposta é que –“esse serviço não é para encerrar”.
Interrogou – “Se não é para encerrar porque está na Portaria?”.
Na sua opinião, o que se pretende é que após “passar a fase de agitação” e mantendo-se em vigor a portaria ela irá por – “em causa a estratégia dos Hospitais”.

Proletarização dos profissionais de saúde

O Bastonário da Ordem dos Médicos referiu que os objectivos são o “emagrecimento do Serviço Nacional de Saúde”, a “proletarização dos profissionais de saúde”e defesa dos “privilégios dos privados”.
Sublinhou que aquilo que se pretende é a existência de um sistema de saúde a “duas velocidades” – “uma para os que podem pagar”, “outra para os que não podem pagar”.

Sociedade portuguesa é pouco interventiva

José Manuel Silva, referiu que a “sociedade portuguesa é pouco interventiva” e tem que ser capaz de “mobilizar-se pela defesa do país”.
A manter-se assim, sublinhou – “qualquer dia temos de novo a troika” a tomar medidas, “sem afectar privilégios” e a conduzir-nos para “estas situações”.
“Por este caminho não estaremos aqui a comemorar os 30 anos da Unidade de Oncologia” – sublinhou.

Semana de Homenagem a Alfredo da Silva Concerto com Rodrigo Leão no espaço do Mausoléu

. Conferências e exposição sobre vida e obra

A «Semana de Homenagem a Alfredo da Silva» começa com a realização de uma conferência sobre o industrial, no dia 24 de Junho, pelas 10 horas, no Museu Industrial da Baía do Tejo.

Jacinto Guilherme Pereira, Presidente da Baía do Tejo, salientou que o “legado enriquecedor” de Alfredo da Silva é um contributo para “melhor perspectivar o futuro”.

Ontem, no decorrer da cerimónia de assinatura do protocolo de cooperação entre a Baía do Tejo, Galp e Câmara Municipal do Barreiro, que decorreu no Museu Industrial da Baía do Tejo, Jacinto Guilherme Pereira, Presidente da Baía do Tejo, divulgou que vai realizar-se, no Barreiro, uma Semana de Homenagem a Alfredo da Silva.

Relembrar o que de positivo foi construído

O Presidente da Baía do Tejo sublinhou que esta homenagem visa – “relembrar o que de positivo foi construído” no concelho do Barreiro, de forma a que não se esqueça o seu significado na economia do século XX.
Jacinto Guilherme Pereira, divulgou que a «Semana de Homenagem a Alfredo da Silva» vai constar da realização de um ciclo de conferências e de uma exposição sobre sua vida e obra.

Concerto com Rodrigo Leão

Igualmente, anunciou a realização de um concerto com Rodrigo Leão, que irá decorrer no espaço ao ar livre em frente ao Mausoléu de Alfredo da Silva, no próximo dia 27 de Junho, pelas 21h30.

Legado enriquecedor de Alfredo da Silva

A «Semana de Homenagem a Alfredo da Silva» começa com a realização de uma conferência sobre o industrial, no dia 24 de Junho, pelas 10 horas, no Museu Industrial da Baía do Tejo.
Jacinto Guilherme Pereira, salientou que o “legado enriquecedor” de Alfredo da Silva é um contributo para “melhor perspectivar o futuro”.

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