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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

Agua distribuída no concelho do Barreiro Em conformidade com as normas de qualidade

Agua distribuída no concelho do Barreiro<br>Em conformidade com as normas de qualidade Segundo nota da Câmara Municipal do Barreiro os resultados analíticos obtidos no 2º trimestre de 2013 evidenciam que «a água distribuída se encontra em conformidade com as normas de qualidade estabelecidas no Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de agosto».

A autarquia sublinha que "o programa de Controlo de Qualidade da Água para consumo humano desenvolvido" está aprovado pela ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, e "contempla a colheita de amostras em 170 torneiras de consumidores, distribuídas pela rede de abastecimento de água".

 

 

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Sérgio Rocha do Barreiro Venceu o XIII Profigaia Open Internacional de Xadrez na cidade Gaia

Sérgio Rocha do Barreiro<br>Venceu o XIII Profigaia Open Internacional de Xadrez na cidade Gaia O MI do FC Barreirense Sérgio Rocha venceu o XIII Profigaia Open Internacional de Xadrez, na cidade Gaia, que decorreu nas instalações da Escola Profissional de Gaia, entre os dias 6 a 12 de Julho de 2013.

Os MI’s António Fróis, da Academia de Xadrez de Gaia, e Pablo Garcia, da Galiza, completaram o pódio em igualdade pontual com o vencedor.
FM Miguel Senlle Caride e o MN Paulo Pinho, do GDR Amigos de Urgezes, ambos com 7 pts, também terminaram em igualdade pontual com o vencedor do Torneio.

Classificação final:
http://chess-results.com/tnr105053.aspx?art=1&rd=9&lan=10&wi=821

Foto: Eduardo Viana

 

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Inferências A 1ª lista de independentes no concelho do Barreiro - ou a ruptura entre duas concepções de Poder Local

Inferências<br>A 1ª lista de independentes no concelho do Barreiro <br>- ou a ruptura entre duas concepções de Poder Local   Este processo não pode ser meramente analisado como a luta por lugares, ele, trás, dentro de si, duas concepções de Poder Local, que, nos últimos anos, mais que uma vez foram espelhados após os resultados eleitorais, nomeadamente quando se registou a passagem à condição de Vereador Independente de João Soares e no actual mandato de Nuno Santa Clara.

O que é óbvio neste processo é a discussão politica sobre aceitar ou não aceitar pelouros. Ser eleito para dar sentido ao voto expresso pelo eleitorado. Ou não querer aceitar pelouro ou pelourinhos.

No último fim-de-semana realizaram-se as tradicionais Festas de Coina, para além das diversas actividades recreativas e religiosas foi inaugurado o polidesportivo do Alto da Malhada, uma obra realizada da inteira responsabilidade do Executivo da Junta de Freguesia de Coina, com um custo total da obra foi de 43 468.38€, num terreno cedido pela Câmara Municipal do Barreiro.
Acompanhei de perto, em diversas reportagens, realizadas na freguesia, o empenho e a dedicação de Juvenal Silvestre na concretização deste projecto.
Uma aposta que o autarca colocou no programa eleitoral do seu actual mandato e que, tudo fez, para concretizar.

Juvenal Silvestre, presidente da Junta de Freguesia de Coina, eleito pelo Partido Socialista, tem sido há vários mandatos o exemplo de autarca socialista, pelo seu empenho, pela sua entrega à causa pública, por colocar o serviço à comunidade como vontade politica.
Foi merecedor do reconhecimento pelo seu próprio partido, tendo-lhe sido entregue o Prémio Autárquico Aires de Carvalho, distinção instituída para “premiar o trabalho quotidiano dos autarcas socialistas e perpetuar a memória do político barreirense.”
A primeira cerimónia de entrega do “Prémio Autárquico Aires de Carvalho”, contou com a presença de Jorge Coelho, dirigente nacional do Partido Socialista, tendo sido entregue a Juvenal Silvestre.
Igualmente, a imprensa regional atribuiu a Juvenal Silvestre a distinção «Rosto da 1ª Década do Século XXI» pela forma como sempre cultivou uma relação estreita com a população e com a comunidade, promoveu serviços públicos de apoio a idosos, apoiou alunos carenciados, estimulou tradições locais, tendo sido reeleito sucessivamente, com maiorias absolutas, e, até hoje, continua a liderar os destinos das Freguesia de Coina, sendo a presença PS « o bastião socialista», num concelho de maioria absoluta PCP/CDU.

Recentemente, Juvenal Silvestre anunciou o seu afastamento do Partido Socialista porque, pessoalmente, considerava que, pelo trabalho realizado e pelo seu exemplo de autarca, era merecedor de lhe ser atribuído um lugar na lista para a Câmara Municipal do Barreiro, nas próximas eleições autárquicas, em lugar elegível.
Não foi esse o entendimento do seu Partido e, magoado, bateu com a porta e optou por ser o protagonista da 1ª lista de independentes no concelho do Barreiro.
Este processo não pode ser meramente analisado como a luta por lugares, ele, trás, dentro de si, duas concepções de Poder Local, que, nos últimos anos, mais que uma vez foram espelhados após os resultados eleitorais, nomeadamente quando se registou a passagem à condição de Vereador Independente de João Soares e no actual mandato de Nuno Santa Clara.

O que é óbvio neste processo é a discussão politica sobre aceitar ou não aceitar pelouros. Ser eleito para dar sentido ao voto expresso pelo eleitorado. Ou não querer aceitar pelouro ou pelourinhos.
Há exemplos de referência na vida autárquica do concelho do Barreiro, de eleitos do Partido Socialista que deram contributos positivos para a vida local – Jorge Fagundes, João Pintassilgo e Aires de Carvalho são exemplos, mas também outros poderiam ser referenciados.
No actual contexto do Poder Local, ainda não está em prática a concepção de quem ganha tem a governação, ou a eleição de executivos monocolores.
O PCP/CDU, no Barreiro, tem sempre, ao longo de décadas, partilhada a gestão da vida municipal com o contributo das forças da oposição, quer em situações de maioria absoluta, quer em situações que careceu de receber o apoio de um partido de «charneira, nomeadamente do PSD.
O PSD tem sido um partido exemplar na vida local, aceitando sempre pelouros ou pelourinhos - nem que fosse apenas o Trânsito – afirmando-se como uma referência na vida autárquica e dando o seu contributo para valorizar e enriquecer a vida local.
Mendes Costa, Marcos Pimenta, Eduardo Porfirio, Eduardo Xavier, Águadoce Engrossa, Bruno Vitorino, Nuno Banza e Olga Paredes, são nomes que registamos, pela sua dedicação à vida autárquica e cujo trabalho tem sido meritório, pondo de lado as diferenças ideológicas, mantendo as suas diferenças e posições criticas, mas, na prática, dando um contributo para o desenvolvimento local.
O mesmo foi feito por João Soares e Nuno Santa Clara Gomes, que colocaram acima das opções partidárias a defesa dos interesses do concelho do Barreiro e quiseram trabalhar e não reduzir os seus mandadatos à critica da critica e mais critica.
Pelos vistos a não aceitação de Juvenal Silvestre em lugar elegível tinha por base a eventualidade de este, ao ser eleito, como homem de trabalho que é no terreeno, tomar a decisão de aceitar pelouro, coisa que, pelos vistos, poderá não ser do agrado da actual liderança socialista.
Assim, para se evitar que a ruptura aconteça amanhã, faz-se a ruptura já hoje e desbarata-se, num ápice, um dos maiores capitais políticos que os socialistas tinham no concelho do Barreiro, como exemplo de trabalho e verticalidade politica.

Aceitar ou não aceitar pelouros é uma opção politica, é uma decisão, e, se assim é, o PS deverá dizer previamente divulgar ao eleitorado que, caso sejam eleitos, os seus vereadores não vão aceitar pelouros, vão estar por ali a comentar as decisões.
O PSD todos sabemos aceita pelouros. Se eleger um vereador será um a trabalhar, se eleger dois serão dois a trabalhar. E tem demonstrado que faz, fazendo.

Portanto, o caso Juvenal Silvestre não é um caso pessoal, é uma concepção do Poder Local, é uma forma de encarar a vida autárquica.
A ruptura em Coina foi, afinal, uma ruptura de quem gosta de ter as mãos na terra, trabalhar, e contribuir para transformar com trabalho e não fazer politica apenas com palavras...e mais palavras.

António Sousa Pereira

 

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Jovens realizadores da EB1/JI do Vale da Amoreira apresentam filmes no Fórum Cultural

Jovens realizadores da EB1/JI do Vale da Amoreira - Moita<br>apresentam filmes no Fórum Cultural <br>No dia 10 de julho, às 18:00h, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, vai decorrer a apresentação dos filmes realizados por alunos da Escola Básica 1/JI do Vale da Amoreira, no âmbito do programa pedagógico “Cinema, Cem Anos de Juventude”.

Este é o resultado do trabalho realizado ao longo do ano letivo nesta escola do Vale da Amoreira, possibilitado pela parceria existente entre a Associação “Os Filhos de Lumière”, Câmara Municipal da Moita e Cinemateca Francesa, com o apoio de várias instituições.

 

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António Soares dos Açores para o Barreiro Descobriu uma nova profissão que marcou a sua vida

António Soares dos Açores para o Barreiro<br>Descobriu uma nova profissão que marcou a sua vida Num tempo que algumas actividades profissionais começavam a cair em desuso, António Soares abraçou a profissão de Sapateiro e sublinha o seu orgulho na actividade que exerce.
Na sua loja são diversos os materiais de couro, malas, cintos, bolsas, uma grande diversidade que são sua criação, com muita qualidade, com caracteristicas muito próprias de um trabalho artesanal e criativo.

António Soares, nasceu nos Açores, na Ilha Terceira, reside no concelho do Barreiro há mais de quarenta anos, durante mais de 35 anos desenvolveu a sua actividade profissional no mundo da restauração.
Um dia decidiu mudar de rumo e escolheu uma nova actividade profissional - Sapateiro. Foi na casa Gouveia, no Barreiro, a sua escola de aprendizagem - "foi o meu Mestre».
"Escolhi esta actividade e não estou arrependido" - refere ao jornal «Rostos».

António Soares, hoje com 54 anos de idade, há cerca de 10 anos, iniciou a actividade por conta própria, abrindo a loja «Botim de Couro», na Rua Egas Moniz, nº 49, no Lavradio.
Num tempo que algumas actividades profissionais começavam a cair em desuso, António Soares abraçou a profissão de Sapateiro e sublinha o seu orgulho na actividade que exerce, no dia a dia faz o que gosta com paixão.
Na sua loja são diversos os materiais de couro, malas, cintos, bolsas, uma grande diversidade que são sua criação, com muita qualidade, com caracteristicas muito próprias fruto de um trabalho artesanal, dedicado, criativo, e, refira-se a preços muito convidativos.

Fica aqui o registo.
E, já agora, refiro que entrei com uma mala velha e saí de lá com uma mala renovada...parabens!

S.P.

VER FOTOS

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OUT.FEST NO BARREIRO Os lendários THE FALL irão atuar na noite de encerramento

OUT.FEST NO BARREIRO<br>Os lendários THE FALL irão atuar na noite de encerramento- De 8 A 12 DE OUTUBRO DE 2013 com Bilhetes já à venda

A banda britânica THE FALL, o guitarrista australiano OREN AMBARCHI e mais dois artistas britânicos: RHODRI DAVIES e LEE GAMBLE são nomes já confirmados para a 10ª edição do OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro – a ter lugar entre os dias 8 e 12 de outubro, em vários espaços da cidade do Barreiro.

O OUT.FEST é uma realização da OUT.RA – Associação Cultural, em cooperação com a FILHO ÚNICO - Associação Cultural - e com o apoio protocolado da Câmara Municipal do Barreiro.
De salientar que a edição de 2013 tem financiamento da Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes.
Os lendários THE FALL irão atuar na noite de encerramento, a 12, no Pavilhão do G.D. dos Ferroviários. Liderados pelo incontornável Mark E. Smith, apresentarão o novo trabalho ‘Re-Mit’, o seu 30º álbum de originais.
Antes, está também confirmada a passagem pelo Barreiro de mais dois artistas britânicos: o harpista RHODRI DAVIES, músico de formação clássica, que tem vindo a conceber utilizações inéditas para este instrumento, em estreia nacional, e LEE GAMBLE, oriundo de uma nova vaga de música eletrónica.
O último dos nomes já confirmados é OREN AMBARCHI, guitarrista australiano cuja carreira única, a solo ou em colaboração, se confunde com o percurso de alguns dos nomes das últimas duas décadas, como Stephen O’Malley, Jim O’Rourke ou Keiji Haino.
Já é possível adquirir o passe global para o OUT.FEST (25€), disponível em quantidades limitadas, e o bilhete para a noite de dia 12 (12€), em https://outfest.bilheteiraonline.pt/
Durante o mês de julho, e à medida que forem revelados mais nomes, estarão, também, disponíveis os bilhetes diários para dias 8, 9, 10 e 11 (preços a partir de 6€).

 

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Festas Populares em Honra de São José Operário na Baixa da Banheira Mónica Sintra vai marcar presença no espectáculo de encerramento

Festas Populares em Honra de São José Operário na Baixa da Banheira - Moita <br>Mónica Sintra vai marcar presença no espectáculo de encerramentoAs Festas Populares em Honra de São José Operário, na Baixa da Banheira, concelho da Moita, vão decorrer a partir de hoje dia 3 até dia 7 de Julho, com vários espectáculos musicais.

Mónica Sintra vai marcar presença no espectáculo de encerramento na noite do dia 7 de Julho.

As Festas Populares em Honra de São José Operário vão contar com espectáculos para todos os gostos desde Switchtense no Domingo a Chave d´ouro na Sexta-Feira.
"Serão umas festas com muito divertimento e com a valorização da prata da casa com a actuação de vários grupos e bandas da Baixa da Banheira" - sublinha Nuno Cavaco, presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira.

Um evento que vai contar com passagens de modelos, mostras de artesanato, desporto e muitos divertimentos.

A Sessão de abertura das Festas, no dia 3 de Julho, vai contar com a presença da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Moita, dos Grupos Corais «Amizade» e «O Norte», Rancho Folclórico Baixa da Serra, Grupo Coral Alentejano «Sobreiro» e o Grupo Instrumental «Vozes da Planicie».

 

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Inferências «Eu não fui eleito coisíssima nenhuma» O dilema do Vítor está resolvido… porque há mais vida para além da técnica

Inferências<br>«Eu não fui eleito coisíssima nenhuma»<br>O dilema do Vítor está resolvido… porque há mais vida para além da técnicaO Ministro Gaspar contribuiu para aprofundar a crise na sociedade portuguesa, contribuiu para destruir a dignidade de Portugal e fê-lo apenas por uma razão de fundo – ele não foi eleito coisíssima nenhuma!

O assunto do técnico que não foi eleito está arrumado. Vítor Gaspar passou à história…regressa ao seu mundo na Europa.

O Ministro Gaspar, um dia, no decorrer de uma reunião com a Comissão de Economia, no Parlamento, deixou claras as razões que estavam subjacentes à sua leitura e visão do mundo e da vida.

Naquela reunião existiram dois momentos esclarecedores.

O primeiro quando Eduardo Cabrita, que presidia à reunião, recordou aspectos legais da proposta do Governo e o nosso «Técnico das Finanças», esclareceu que perante
o facto de sermos um país em situação de «resgate» tínhamos que nos submeter ao determinado pela «legislação europeias» que se sobrepõe à nossa «independência nacional».
Portanto, no seu ponto de vista como estamos de tanga, somos pobres, não temos direitos. A Europa manda e nós obedecemos.
Contas são contas. A realidade humana a destruição da nossa dignidade como seres humanos que se lixe.
Ponto final.

A pobreza que nos impõem, fruto de uma gestão política, num país que desde sempre viveu e vive do estado e que ficou pior com a entrada na União Europeia, que nos destruiu a agricultura e as pescas e gerou condições para que a nossa indústria já em decadência finasse.
Esta obsessão pela Europa, que também defendo e penso que não devemos abdicar desse espaço num mundo que já fala de uma «unidade económica» - Estados Unidos /Europa, não deve ser apenas construída com essa dimensão financeira e deve ser solidária e capaz de olhar para realidades diferentes com politicas diferentes, se quer afirmar-se como um todo no mundo.
Ponto final.

Mas para o Ministro Gaspar, homem de visão técnica, a nossa situação financeira impunha a nossa submissão.
Ponto final.

Mas, de facto, este olhar de «técnicos europeus» conhecedores das teorias financeiras, desumanizados, é aquilo que está a conduzir a Europa para um beco sem saída.
Ponto final.


O segundo momento demonstrou que ele, o nosso Ministro Gaspar, é um Técnico.
Ele é um homem com uma «perfeita» visão das «contas públicas» e da importância dos «cortes» para que se abra um novo caminho.
Sim, ele confirmou que é um «Técnico», não é um político. Não estava no Governo para se preocupar com política.
«Eu não fui eleito coisíssima nenhuma» - afirmou.

Os eleitos são Paulo Portas e seus ministros, Passos Coelho e seus ministros, esses sim têm que se preocupar com política. Eles é que foram os eleitos.
«Eu não fui eleito coisíssima nenhuma» - esta é a verdade do pensamento político do ex-Ministro Gaspar.
O Ministro Gaspar naquela circunstância quis dizer, que está «cansado», cansado da politica, quando ele, como «Técnico» acreditava que estava a fazer o «melhor para Portugal».
«Eu não fui eleito coisíssima nenhuma» - registe-se.
Este «conflito» entre o «Técnico» e o «Politico» é uma velha discussão da vida politica.
E, pelos vistos, no Governo português a politica está na «gaveta», quem sempre tem decidido tem sido o «Técnico» Ministro Gaspar.
Que todos sabemos e ele confirmou para que ninguém o esqueça «Eu não fui eleito coisíssima nenhuma»!
A vida real dos portugueses, neste país que vive do Estado à sombra do Estado, há séculos, não deve contar para nada…o que conta é que somos um país «resgatado».

E, pelos vistos, a continuar este caminho, já sabemos, estamos todos esclarecidos, nada vai mudar com um novo Governo que venha a sair de próximas eleições, sejam antecipadas ou sejam em 2015.

O rumo está traçado. Que morram uns milhões, que saíam do país uns milhões. Este é o preço de ficarmos na Europa, de continuarmos no Euro, se a politica europeia não encontrar novos rumos.

É a técnica que conta, é a técnica financeira, é a técnica que permite que uns continuem a viver do Estado e que é preciso reduzir aos limites – retirando aos pensionistas, aos trabalhadores, mas mantendo PPP’s, energias renováveis ( que faz que tenhamos dos preços mais elevados de electricidade na Europa),e até, agora as «swap» e que mais estará para surgir…sempre do Estado, sempre com origem do Estado.

«Eu não fui eleito coisíssima nenhuma» - afirmou o Ministro Gaspar. E tem razão.
Dou-lhe razão. Foram chamar o homem para arrumar as contas. Ele esteve sempre a trabalhar de forma incansável para arrumar as contas. Coisa que todos sentimos na pele e querem culpá-o a ele – o técnico – que não foi eleito….

Estamos quase a entrar nos Mercados e querem culpar o Ministro que como se sabe afirma que «não fui eleito coisíssima nenhuma» como o mau da fita. Não se admite. Ele que até é do Benfica. Ele que até sabe que a chuva causou redução nos investimentos.

O Primeiro Ministro Passos Coelho, que foi eleito, que é politico e não técnico, vivia com este drama quotidiano.
Tinha que resolver este dilema. Estava difícil.


Desde o dia que Vítor Gaspar fez estas afirmações pensei que ele tinha os dias contados.
A dúvida que tinha era se ele saía sozinho ou se saía com o Governo.
No dia seguinte a estas declarações de Vítor Gaspar, Paulo Portas, veio à praça pública para deixar claro que tinha compromissos com os eleitores, demarcando-se de forma subtil do Ministro das Finanças. Tem sido assim nos últimos tempos.

O assunto do técnico que não foi eleito está arrumado. Vítor Gaspar passou à história…regressa ao seu mundo na Europa.
Mas será que a«história» que ele «inscreveu» neste país, feita de submissão sobre submissão vai ter um fim…?!
Será que a história que ele inscreveu que colocou as finanças acima de uma visão politica, prescindindo de negociar, desprezando a realidade sócio-económica do país e pensando apenas «mercado», será que ainda pode encontrar um novo rumo…

O Ministro Gaspar contribuiu para aprofundar a crise na sociedade portuguesa, contribuiu para destruir a dignidade de Portugal e fê-lo apenas por uma razão de fundo – ele não foi eleito coisíssima nenhuma!

E, neste tempo que vivemos, todos nós pagámos a factura de um técnico que era feliz e rei dentro da técnica…
Adeus Gaspar !
Esperemos que ao menos comece a existir uma visão politica da politica…porque há mais vida para além da técnica.

António Sousa Pereira

 

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