Recortes Diários - Papa alerta para «trabalho que escraviza»
Destaque do Dia - Renascença - O Papa Francisco assinalou esta quarta-feira no Vaticano a celebração do 1º de Maio, alertando para o “trabalho escravo” no mundo e pedindo um novo “ímpeto” dos responsáveis políticos para a criação de emprego.
“Uma situação particular de trabalho que me preocupa é aquilo que poderíamos definir como ‘trabalho escravo’, o trabalho que escraviza”, disse o Papa na audiência pública semanal, que esta quarta-feira coincide com o dia em que a Igreja evoca os trabalhadores sob a intercessão de São José, operário.
RTP
Líder CGTP critica governo "que promete crescimento mas aplica austeridade"
Arménio Carlos apela à mobilização dos trabalhadores nos protestos do 1 de maio. O Secretário-Geral da CGTP quer o fim da política de austeridade que implica mais desemprego e mais despesas para o Estado. Arménio Carlos critica o governo, que apresenta um documento estratégico para o crescimento para logo depois o ministro das Finanças anunciar mais austeridade.
Carlos Silva da UGT acusa Governo de ter "esvaziado a concertação social"
Carlos Silva faz a sua estreia nos desfiles do 1º de maio como dirigente da UGT. À RTP, afirma que a luta da central está focada na defesa dos postos de trabalho do sector empresarial do Estado. Acusa o governo de querer cortar nos funcionários públicos por questões ideológicas que não têm em conta a sensibilidade social, remetendo para o Executivo a responsabilidade de encontrar alternativas. Carlos Silva diz ainda que o Governo "esvaziou a concertação social" mas que espera que as propostas da UGT sejam finalmente incluídas nas políticas de crescimento económico que vão ser apresentadas pelo ministro da Economia "de forma genérica" no dia dois de maio.
Público
Governo quer repor em 2014 cortes nas despesas com pensões e salários
São já claros os alvos dos cortes que o Governo apresentará nos próximos dias. A despesa orevista com pensões e salários volta em 2014 ao nível de 2012, ano em que os subsídios de Natal e férias não foram pagos.
Países periféricos pesam 44% no desemprego da União Europeia
Quase metade dos 26,5 milhões de desempregados da União Europeia vive na Grécia, Espanha, Irlanda, Portugal e Itália.
Jornal Negócios on line
Só 7% das facturas são pedidas com número de contribuinte
O sector da reparação de automóveis é aquele em que são pedidas mais facturas com o número de contribuinte.
EDP quer receber mais 640 milhões da China Three Gorges até ao fim do ano
2013/04/30 00:01 António Mexia dará em Maio "visibilidade" sobre o acordo com a CTG e para 2013 a meta está traçada: "Queremos atingir metade dos objectivos da parceria", revela o gestor.
Gaspar defende que caso dos "swaps" é padrão do Governo de Sócrates
Tal como a secretária de Estado, Vítor Gaspar voltou a dizer que o processo dos contratos especulativos das empresas dos transportes "reflecte um padrão sistemático do anterior Executivo".
Portugal demorará 25 anos a ter dívida abaixo de 60% do PIB
25 anos e, no mínimo, seis governos. É o tempo que Portugal demorará até conseguir reduzir o seu rácio de dívida pública para um nível inferior a 60% do PIB.
Serão necessários 6 mil milhões de euros de austeridade até 2017
O ministro das Finanças disse esta tarde, 30 de Abril, que até ao final de 2016 será necessário um esforço de consolidação orçamental de 6 mil milhões de euros, cerca de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) português.
Correio da Manhã
Empresas públicas agravam prejuízos
Oposição pede a demissão da secretária de Estado. Perdas com créditos tóxicos atingiram 2,8 mil milhões.
Benfica acusa FC Porto de beneficiar nas arbitragens
João Gabriel fala em "campanha incendiária e fraudulenta" e ataca Pinto da Costa.
98% chumbam a Cultura Geral
Só 44 de mais de dois mil candidatos a diplomatas passaram na prova de cultura geral. Para ler no CM.
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=15268&mostra=2
Destaque do Dia - Renascença - O Papa Francisco assinalou esta quarta-feira no Vaticano a celebração do 1º de Maio, alertando para o “trabalho escravo” no mundo e pedindo um novo “ímpeto” dos responsáveis políticos para a criação de emprego.