. A iniciativa está agendada para o próximo dia 2 de maio, a partir das 15 horas
O Instituto Politécnico de Setúbal promove, ao longo do ano de 2013, um ciclo de debates que visam aumentar o conhecimento sobre temas relevantes da atualidade, em geral, e do desenvolvimento da região em particular, promovendo o debate entre os diferentes atores.
O primeiro deste ciclo de debates terá lugar no dia 2 de maio e pretende-se refletir sobre o modelo de Estado Social, analisando a sua sustentabilidade e apontando caminhos para o seu desenvolvimento.
O painel de convidados é constituído pela Dra. Raquel Varela, historiadora e investigadora do IHC (FCSH/NOVA) e do IISH (Amesterdão), pelo Prof. Doutor Miguel Coelho, Vice-presidente do Instituto de Segurança Social, Prof. Doutor Paulo Morais, docente universitário e Vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, com moderação e conclusões da Profª. Doutora Boguslawa Sardinha, Diretora da Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal e do Dr. Carlos Cardoso, vogal da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Setúbal.
Este debate vai decorrer na Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal, entre as 15h00 e as 18h00.
A entrada é livre e aberta ao público em geral, mediante inscrição até ao dia 30 de abril para o email gi.com@spr.ips.pt.
O Auditório Municipal Augusto Cabrita, nos dias 26 e 27 de abril, pelas 21h30, recebe a estreia da peça de teatro “O Medo e a Ira”, de Carlos Alberto Correia, pela Associação Projéctor – Companhia de Teatro do Barreiro, com encenação de Abílio Apolinário e música de Paulo Cavaco.
Venha até onde o quotidiano atinge o absurdo. Faça-o através da epopeia dos heróis do dia-a-dia. Compartilhe a poesia dos pequenos gestos, com e sem sentidos, em que as vivências podem transformar-se. É este o universo de O Medo e a Ira.
Sinopse
Convidamo-lo a entrar connosco no universo surreal da realidade. Venha até onde o quotidiano atinge o absurdo. Faça-o através da epopeia dos heróis do dia-a-dia. Compartilhe a poesia dos pequenos gestos, com e sem sentidos, em que as vivências podem transformar-se. É este o universo de O Medo e a Ira.
A peça será apresentada num contínuo de três partes, três espaços, três possíveis tempos, separados pelos constrangimentos narrativos. Cada parte representa um pequeno extrato das condições e contradições sócio culturais, das significações e futilidades perspetivadas por quem observa ou vive os acontecimentos. No primeiro tempo, através de falas paralelas das personagens - solilóquios dialogais - Homem, Senhor Mais Um e Suzalva, confrontam-se com a insatisfação pessoal e afetiva, há procura de uma identidade, de um espaço de liberdade, distinto para cada personagem. Estabelecem-se os limites dos relacionamentos e das estratégias de sobrevivência perante um poder desconhecido- apesar de omnipresente - e despótico. Observa-se a submissão, intui-se e revolta, mas o medo domina.
Na segunda parte aflora-se a intromissão da guerra na vida das pessoas. Iniciado pelo lamento de um soldado acabado de morrer (acabei de morrer à cinco minutos) segue-se o percurso dessa personagem, espreitam-se-lhe os afetos contrariados pelas obrigações (o lugar onde está nunca é aquele em que gostaria de estar) os desejos sonegados (a amada está sempre distante), as esperanças (a morte prematura impedi-lo-á de alcançar a justiça que pretende para si e para os outros). Trata-se de uma procura aparentemente sem sentido, porque assente sobre o porvir de uma juventude já, de vários modos, ameaçada de morte pela iniquidade das guerras coloniais.
Na terceira parte inicia-se a descoberta da repressão, da pobreza, da humilhação contínua. Assinalam-se os sucessivos atos repressores, o acumular de revolta, o ato libertador. A representação decorre em dois espaços diferenciados. Os jovens, estudantes resistentes, estão presos; a Mulher e o Camponês lutam no agro contra a fome e o desmedido mando dos agrários. Juntam as suas vozes com as dos malteses (Zé Pires) de tudo desapossados, quebram o medo, deixam crescer a ira e juntos, partem as grilhetas, avançando um passo mais nos caminhos da Liberdade. Presença constante é a dos guardas. Símbolos do esmagamento dos quereres individuais e coletivos, são incontornáveis e teremos sempre de contar com eles, tal como, mesmo em momento de rotura, ousarão continuar a ameaçar. Também o coro, a principal personagem nas suas diversas vozes, nunca abandonará a cena. Representa a consciência grupal, o verdadeiro motor dos percursos históricos, porque a liberdade é uma conquista coletiva, nunca completamente conseguida, sempre em processo. Sem defendermos o determinismo histórico, não poderemos ficar indiferentes à dialética ação/inação, imobilismo/mudança, repressão/liberdade, tentando, ao mesmo tempo, demonstrar, em cena, a poeticidade do intento. Esperamos que a beleza o penetre e nela a consciência se fortaleça. Se conseguirmos um mínimo destes propósitos, estarão validados os esforços de todos quantos contribuíram para erigir o espetáculo que, aqui e agora, vos propomos.
Informações e venda de ingressos: Auditório Municipal Augusto Cabrita T. 21 214 7410/11 Bilheteira: de 3ª a 6ª, das 17h30 às 20h00 Posto de turismo | Mercado Municipal 1º de Maio | 21 099 08 37 De 3ª a sábado, das 09h30 às 113h00 e das 14h30 às 18h00
Estive hoje, pela manhã, na Escola Luis Mendonça Furtado, numa turma do 9º ano, a falar sobre o 25 de Abril, solicitei aos alunos que escrevessem uma palavra, uma ideia, que expressasse para eles o significado dessa data histórica. Para todos eles o 25 de Abril está associado à palavra LIBERDADE.
Na SFAL, uma noite destas, neste mês de Abril, no Café Bar, assisti a um concerto do grupo de jovens «Cruzados», num ambiente de «Café concerto», um autêntico encontro de gerações.
25 de Abril é CORAGEM
Estive hoje, pela manhã, na Escola Luis Mendonça Furtado, numa turma do 9º ano, a falar sobre o 25 de Abril, solicitei aos alunos que escrevessem uma palavra, uma ideia, que expressasse para eles o significado dessa data histórica. Para todos eles o 25 de Abril está associado à palavra LIBERDADE. Alguns associam a palavra LIBERDADE a DIREITOS, ao FIM DA DITADURA. E um deles escreveu que 25 de Abril é CORAGEM! Noutro dia, estive numa Escola do Ensino Básico do Lavradio, e, ali, um dos alunos do 4º ano, escreveu que o 25 de Abril era: “Liberdade de falar, de rir, de cantar e aprender sem levar”. Nestes encontros, para os quais já há alguns anos tenho sido convidado pela Câmara Municipal do Barreiro, procuro acima de tudo passar um testemunho, a ideia que peço a todos que guardem no coração e a transmitam no futuro aos seus filhos e netos que o 25 de Abril é essa força que conquistámos de sermos cada um de nós – homens e mulheres livres– de escolher, de conquistar, de respeitarmos as diferenças, de construirmos um mundo melhor, onde a palavra LIBERDADE seja uma flor que nós transportamos no coração. É tempo para recordar aqueles que abriram o caminho, um caminho que continua sempre em aberto, sempre por continuar… Cantamos a Grândola, e, em sussurro, dissemos em conjunto : «O Povo Unido jamais será vencido». Recordamos canções de Francisco Fanhais. Um deles desenhou uma gaiola com um «pássaro preso», outro escreveu: “o rouxinol voltou a ganhar asas e voar”. Foi afinal, esta lição que aprendi com os jovens, hoje pela manhã, é preciso sempre em Abril, recordar que temos que ganhar asas e voar…voar, voar sempre! Nunca esquecendo que para manter Abril no nosso coração existe uma energia que é fundamental: CORAGEM, porque é ela que move a nossa vontade!
Um autêntico encontro de gerações
Na SFAL, uma noite destas, neste mês de Abril, no Café Bar, assisti a um concerto do grupo de jovens «Cruzados», num ambiente de «Café concerto», um autêntico encontro de gerações. Gostei. Gostei de os escutar. Eles, ali, naquele ambiente familiar que dá a dimensão da vida associativa, deram vida à noite e trouxeram sons de Abril que partilharam e motivaram todos a participar. Foi uma noite muito agradável que, não quero deixar de registar aqui nesta rúbrica da Carreira 7. São, afinal, momentos como este que movem homens e mulheres a dar o seu tempo livre e voluntário para esta causa nobre que contribui para dar vida às comunidades.
Os Bombeiros Voluntários do Barreiro – Corpo de Salvação Pública em cooperação com a Fundação Champalimaud vão promover uma iniciativa direccionada para os alunos do 2º e 3º ciclos de escolaridade, do concelho do Barreiro. De 29 de Abril a 01 de Maio, as crianças a partir de 1, 30m poderão assistir no simulador do corpo humano, a um filme interactivo em 4D de 25 minutos, de uma viagem através do corpo humano, apresentada pela personagem Champi.
Com o objectivo de divulgar a investigação científica biomédica junto dos mais novos, a Fundação produziu para o efeito um conteúdo interactivo de formação dirigido a jovens. Este conteúdo é apresentado num simulador móvel, transportado por um camião. A acção tem como objectivos, despertar o interesse dos jovens estudantes pelos temas científicos e incentivar talentos nessa área, bem como envolver activamente alunos e professores na acção, através de um conjunto de actividades que ultrapassem a apresentação do show, de maneira a manter o interesse dos jovens pela ciência.
Nos dias 29 e 30 de Abril, o simulador estará localizado na sede dos Bombeiros Voluntários do Barreiro, localizada na Avenida dos Fuzileiros Navais, enquanto que no dia 01 de Maio estará aberto ao público em geral, no Parque da Cidade.
As Juntas de Freguesia do Concelho do Barreiro vão promover uma Sessão Cultural Evocativa do 39º Aniversário do 25 de Abril a realizar no próximo dia 28 de Abril de 2013, pelas 15h00, na SIRB “Os Penicheiros”.
Na sessão para além da música, da intervenção de um militar de Abril, do Presidente da Câmara e da Juntas de Freguesia, haverá ainda a declamação de poesia, pintura ao vivo e um momento de convívio com Moscatel de Honra.
A Sessão, como referimos, para além da música, da intervenção de um militar de Abril do Presidente da Câmara e da Juntas de Freguesia, terá a participação artística entre outros de:
-Coro Polifónico Do Alto Seixalinho -Rui Carapinha -Colectivo Alburrica -Grupo Coral e Instrumental de Santo André -Declamação por Lara Nair e Carlos Cleto -Pintura ao vivo -Intervenção do Militar de Abril Comandante Henrique Mendonça
Para assinalar a passagem do 39º aniversário da Revolução dos Cravos, a Câmara Municipal da Moita, em conjunto com as juntas de freguesia e todo o movimento associativo, preparou um programa comemorativo que está já a decorrer um pouco por todo o concelho, até dia 1 de maio.
Do programa deste ano, destacamos mais uma edição do “25 Horas a Nadar”, na Piscina Municipal, em Alhos Vedros, com início às 19:00h do dia 24, prolongando-se até às 20:00h do dia 25 de abril. Natação livre, hidroginástica, atividades para pais e filhos, torneio de pólo aquático são algumas das muitas iniciativas previstas para estas “25 Horas a Nadar”. A participação é livre. O espetáculo musical comemorativo do 25 de abril vai, este ano, decorrer na freguesia de Alhos Vedros, no Largo do Descarregador, e tem como protagonista a Brigada Victor Jara que irá subir ao palco a partir das 22:30h do dia 24 de abril. Hoje, mais do que nunca, se justifica sair à rua para relembrar e reforçar os valores de Abril. Por isso, a Câmara Municipal convida à participação no já tradicional Desfile da Liberdade, marcado para o dia 25 de abril, às 10:30h. Muitas centenas de pessoas, entre representantes do movimento associativo, autarcas e população em geral, vão encher de alegria e cor a principal avenida da Moita. O Desfile da Liberdade tem início junto ao Largo do Mercado e termina na Praça da República, em frente aos Paços do Concelho. Ainda para o dia 25 de Abril, pelas 17:00h, está marcada a abertura do Centro de Experimentação Artística - CEA, no Vale da Amoreira. Trata-se de um novo equipamento destinado essencialmente aos jovens do concelho, disponibilizando vários espaços para a formação artística e espetáculos. O CEA surgiu no âmbito da Iniciativa “Bairros Críticos” e envolveu um investimento de cerca de 1 320 000 euros, comparticipado pelo EEA GRANTS e IHRU.
No dia 16 de Abril, a AMARSUL, empresa responsável pela gestão, tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos da Margem Sul do Tejo, realizou a 10ª cerimónia de entrega de material ortopédico, no âmbito do Projeto T que decorreu, no Auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, situada no município da Moita.
Em 2012, foram valorizadas cerca de 73 toneladas de tampas para reciclagem, que permitiram angariar mais de 61.511€, montante que a AMARSUL canalizou para a aquisição de material ortopédico, apoiando e realizando assim o desejo de 24 pessoas com necessidades especiais, pertencentes a 13 instituições carenciadas, da Península de Setúbal. A AMARSUL deixou a promessa de continuar com Projeto T, prosseguindo com a sua política de responsabilidade social e de solidariedade. O Projeto T é uma iniciativa, que visa a doação de material ortopédico a pessoas e entidades carenciadas, da área de abrangência da AMARSUL. O projeto desenvolve-se a partir da entrega na empresa, de tampas de plástico recolhidas pela população, as quais são vendidas para reciclagem sendo que, os proveitos obtidos nesta venda revertem em exclusivo para a compra destes materiais solidários Deste modo, a AMARSUL concretiza um projeto de solidariedade social e associa-se ao voluntarismo da população que recolhe, transporta e entrega nas instalações da AMARSUL as tampas de plástico de embalagens, promovendo igualmente a sua reciclagem.
As entidades beneficiadas em 2012, foram as seguintes:
• Agrupamento Escolas Anselmo de Andrade (Almada) • Agrupamento Escolas Barbosa du Bocage (Setúbal) • Associação Nacional de Pais e Amigos RETT (Seixal) • Associação Portuguesa de Deficientes (Barreiro) • Associação NÓS (Barreiro) • Centro Social e Paroquial da Sobreda (Almada) • Centro Social e Paroquial de Almada (Almada) • Centro Social e Paroquial de Vale Figueira (Almada) • EB 2+3 Cruz de Pau (Seixal) • EB1/JI Qt. da Cabouca (Seixal) • Escola Secundária António Gedeão (Almada) • Liga de Amigos do Hospital Ortopédico Santiago do Outão (Setúbal) • União Mutualista Nossa Sr.ª Conceição (Montijo
Um filme onde redescobrimos a integralidade das emoções, sentimentos e capacidades de todas as pessoas, mesmo aquelas a quem, à partida, não tínhamos essa expectativa. Um filme de grande humanidade, povoado de alegria, esperança, inteligência e sensibilidade.
Este filme resulta de um trabalho probono da FUEL- Agência de Publicidade, da autoria dos premiados directores criativos Marcelo Lourenço e Pedro Bexiga e insere-se na divulgação de um direito dos cidadãos, a possibilidade de decidirem sobre parte dos seus impostos, participando na vida local e nacional apoiando organizações sociais e os seus projetos.
Em concreto este filme realizado com pessoas atendidas pela NÓS convida todos os cidadãos a consignar 0,5% do IRS preenchendo no anexo H,campo 901 com o nº 501 308 849 e assinalando com um X que se trata de uma IPSS. Por esta via a NÓS procura obter o financiamento necessário à execução do projeto "uma cidade para todas as pessoas", em curso no Barreiro. O projeto, além do financiamento público garantido pelo QREN e cedência de direito de superfície pela CMB, requer uma comparticipação privada sob responsabilidade da NÓS na ordem dos 600.000€. O filme constitui um inspirado convite a rever as nossas enraizadas crenças, como a de que o IRS é apenas um pesadelo e descobrir-lhe um quase ilimitado número de novos e agradáveis significados. Em paralelo redescobrimos a integralidade das emoções, sentimentos e capacidades de todas as pessoas, mesmo aquelas a quem, à partida, não tínhamos essa expectativa. Um filme de grande humanidade, povoado de alegria, esperança, inteligência e sensibilidade.
Este ano, que assinalam os 500 anos do regresso de Vasco da Gama a Portugal, no ano de 1513, após a sua última viagem à India, de novo, o Barreiro vai ser palco das comemorações do Dia da Marinha. Segundo referiu, ontem, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, no decorrer da reunião pública da Câmara, nos próximos dias 25 e 26 de Maio, as comemorações do Dia da Marinha vão ser assinaladas no Barreiro.
Recorde-se que no ano que se comemoraram os 500 anos da partida de Vasco da Gama para a viagem de descoberta do caminho marítimo para a India - 8 de Julho de 1497 – o Barreiro recebeu a cerimónia de abertura das comemorações dos 500 anos, realizando-se as celebrações do Dia da Marinha na cidade. Este ano, que assinalam os 500 anos do regresso de Vasco da Gama a Portugal, no ano de 1513, após a sua última viagem à India, de novo, o Barreiro vai ser palco das comemorações do Dia da Marinha. Segundo referiu, ontem, Carlos Humberto, no decorrer da reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro, nos próximos dias 25 e 26 de Maio, as comemorações do Dia da Marinha vão ser assinaladas no Barreiro. É significativo que o Barreiro, mais uma vez, nas comemorações nacionais que evocam a epopeia dos Descobrimentos, nomeadamente as viagens de Vasco da Gama, quer nos 500 anos da 1ª viagem, quer nos 500 anos da última viagem de Vasco da Gama, seja a cidade escolhida pela Marinha Portuguesa para assinalar estas efemérides. Recorde-se que o Dia da Marinha celebra-se anualmente em 20 de Maio, data que assinala chegada da Armada de Vasco da Gama a Calecute (Índia).