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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

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Espectáculo de solidariedade “Uma Canção para a Madeira”

Câmara Municipal de Santiago do Cacém apoiou<br> Espectáculo de solidariedade “Uma Canção para a Madeira” . “Uma Canção para a Madeira” obteve 1.320 euros

1.320 euros foi a receita apurada no espectáculo “Uma canção para a Madeira” que decorreu ontem à noite em Santiago do Cacém, no Auditório Municipal António Chainho.

A população de Santiago do Cacém solidária com a tragédia na Madeira encheu o Auditório numa iniciativa organizada pela munícipe Eduarda Silva com o apoio de várias entidades, caso da Câmara Municipal de Santiago do Cacém.

O espectáculo que pretendia recolher uma verba através da venda dos bilhetes, contou com a participação de vários artistas locais, caso do guitarrista António Chainho, do Coral de Santa Maria da Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém, Maria Adélia Botelho, Luís Godinho, Francisco Malafaia, Tiago Santos, Carlos Silva, Maria Odete Ferreira e a revelação da noite, o jovem Rafael, aluno do 8º ano da Escola Secundária Manuel da Fonseca, elemento do Clube de Música da escola que encantou o público com a sua interpretação do “Aleluia”, de Leonard Coen.

O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença marcou presença no espectáculo, assim como a Vereadora da Cultura, Margarida Santos. O autarca elogiou a boa vontade de Eduarda Silva e recordou que a autarquia também já tinha aprovado a transferência de uma verba de 500 euros para a reconstrução da Madeira.
A verba angariada no espectáculo de ontem foi entregue à Caixa Geral de Depósitos para o Fundo da Cruz Vermelha Portuguesa destinada à reconstrução da Madeira.

Teatro Municipal de Almada - Tuning, de Rodrigo Francisco

Uma peça sobre a identidade juvenil no TMA onde brilham jovens actores de Almada

 

Teatro Municipal de Almada<br> Tuning, de Rodrigo Francisco<br> Uma peça sobre a identidade juvenil no TMA onde brilham jovens actores de Almada<br> O jovem Pedro, que queria ser jogador de futebol, lesiona-se e é obrigado a mudar de projecto. Obtém emprego numa oficina de automóveis, como aprendiz. Aí contacta com o submundo da marginilidade e envolve-se em acções que tornarão impossível o seu sonho de recuperar carros velhos destinados à sucata e dar-lhes uma vida nova. Nelson, o colega amante do tuning, e Milton, o segurança marginal, conduzi-lo-ão até ao drama.
Uma senhora viúva, que ansiava por novos sonhos, envolve-se com o pesadelo. O proprietário da oficina assiste e sobrevive, adaptando-se ao mundo competitivo e impiedoso em que lhe coube viver.

A realidade de alguns jovens suburbanos apaixonados pela transformação de carros, através dos quais tentam construir uma identidade que lhes é negada, é o tema da peça Tuning, Rodrigo Francisco, que se estreia esta quinta-feira, dia 8, às 21h30, no Teatro Municipal de Almada.

A realidade de alguns jovens suburbanos apaixonados pela transformação de carros, através dos quais tentam construir uma identidade que lhes é negada, é o tema da peça Tuning, Rodrigo Francisco, que se estreia esta quinta-feira, dia 8, às 21h30, no Teatro Municipal de Almada. Joaquim Benite dirige os actores Pedro Walter, João Farraia, Rui Dionísio, Teresa Mónica e Paulo Guerreiro nesta aventura de velocidade, acção e marginalidade, que se passa num espaço cénico onde Jean-Guy Lecat reproduz com precisão uma oficina tipicamente de bairro (o espectáculo estará em cena de 8 de Abril a 2 de Maio, de quarta a sábado, às 21h30, e aos domingos, às 16h00).
O elenco da nova encenação de Joaquim Benite é maioritariamente constituído por actores que nasceram e cresceram em Almada, num reflexo de uma política de valorização da comunidade como agente responsável pelo desenvolvimento cultural envolvente. Tuning aposta não só em temáticas que espelham a problemática de uma juventude fascinada pela hiper-realidade mediática, como centra a sua acção em ambientes e comportamentos que caracterizam o concelho de Almada.
Tal como Rodrigo Francisco, que tendo nascido em Almada em 1981, aqui cumpriu a maior parte do seu percurso escolar, também Paulo Guerreiro, João Farraia e Pedro Walter são de Almada, compreendendo bem a dinâmica da cidade, assim como as linhas dramatúrgicas desenvolvidas pelo encenador e pelo autor (que também interveio no processo de construção do espectáculo como assistente de encenação). O resultado é uma produção impressiva, um exercício que não se deixa prender na realidade imediata, mas que insere a história de Pedro (Pedro Walter), dos seus companheiros Nelson e Milton (João Farraia e Rui Dionísio), do garagista Albino (Paulo Guerreiro) e da reformada Glória (Teresa Mónica) na alienação e frustração de expectativas pós-modernas
É neste sentido, aliás, que Joaquim Benite tem trabalhado sempre com a Companhia de Teatro de Almada, contribuindo activamente, desde há 30 anos, para a formação de jovens actores. Como várias vezes afirmou, o director da CTA nega o conceito de generation-gap, defendendo, ao invés, um teatro em que os mais experientes ensinam os mais novos; e em que estes últimos revitalizam os primeiros.

6.

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