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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

Centro de Exposições do Freeport Alcochete - Exposição “Vida Selvagem”

Centro de Exposições do Freeport Alcochete<br>Exposição Vida Selvagem abre amanhã<br>Uma exposição de mais de cem fotografias sobre a vida selvagem, oriundas do concurso “Wildlife Photographer of the Year”, promovido pelo Museu de História Natural de Londres e pela BBC Wildlife, no Centro de Exposições do Freeport Outlet Alcochete.

 

Exposição patente ao público até ao dia 14 de Setembro

A exposição “Vida Selvagem”, que pela primeira vez chega a Portugal, contém informação científica, da responsabilidade daquelas prestigiadas instituições, que procura alertar o público para as questões da defesa da biodiversidade e dos habitats naturais. Registe-se que o Museu Nacional de História Natural e a Terramater são igualmente parceiros desta exposição, validando o conjunto da informação científica fornecida em português.

Exposição “Dinossáurios: Encontro de Gigantes visitada por mais de 100.000 pessoas

Sucedendo à exposição “Dinossáurios: Encontro de Gigantes”, visitada por mais de 100.000 pessoas, a nova exposição do Centro de Exposições Freeport, que se tornou um espaço de referência cultural na Margem Sul, estará aberta ao público até 14 de Setembro, todos os dias da semana, das 12h às 20h (última entrada às 19h30).

As entradas na “Vida Selvagem” custarão 3€ para adultos, 2€ para crianças até aos 12 anos e seniores com mais de 60, e de 8€ para as famílias (dois adultos mais duas crianças). Recorda-se que o Centro de Exposições Freeport oferecerá condições especiais de acesso a escolas primárias e secundárias (e ateliers), sendo o preço de admissão para alunos integrados em visitas escolares de apenas 1€.

Foto: David Tipling

Exposição sobre o Estuário do Sado na Herdade da Comporta


Exposição sobre o Estuário do Sado na Herdade da Comporta<br>Assinala Dia da Conservação da Natureza<br>A exposição “Momentos no Estuário do Sado”, da autoria do fotógrafo Pedro Narra, é inaugurada na segunda-feira, dia 28 de Julho, às 19 horas, na Herdade da Comporta, para assinalar o Dia Nacional da Conservação da Natureza.

Fotografias da autoria de Pedro Narra, natural de Setúbal

A exposição, patente no Largo de São João, na Comporta, até 25 de Agosto, apresenta um conjunto de imagens que o conceituado fotógrafo de natureza Pedro Narra produziu no Estuário do rio Sado. Pedro Narra é natural de Setúbal e elege a Natureza como tema das suas fotografias. Tem viajado pelo mundo, desde a Antárctida a África, fotografando a vida selvagem e publicou várias reportagens, nomeadamente na National Geographic e na Rotas & Destinos. O fotógrafo vive em Tróia, uma das portas de entrada do Estuário do Sado, que considera ser o seu estúdio. É igualmente o fundador da Vertigem Azul, empresa pioneira de observação de golfinhos do Sado.

A Herdade da Comporta está inserida no litoral alentejano e tem 12.500 hectares de dunas, praias, floresta, várzea e sapal numa área que se estende pelos concelhos de Alcácer do Sal e Grândola.

 

Castelo de Palmela - Recebe Mostra de Produtos Regionais

Castelo de Palmela <br>Recebe Mostra de Produtos Regionais<br>No dia 2 de Agosto, entre as 12 e as 21 horas, o Castelo de Palmela é palco de uma Mostra de Produtos Regionais, numa organização da Câmara Municipal. A Praça de Armas é o local escolhido para receber a mostra, onde será possível provar e comprar o que de melhor Palmela tem para oferecer.

 

No ano em que se celebram os 100 Anos do Moscatel de Setúbal, o destaque vai para os vinhos regionais de qualidade, com a participação de vários produtores do concelho e a presença da Casa-Mãe da Rota de Vinhos da Península de Setúbal/ Costa Azul. O afamado Queijo de Azeitão e os queijos de ovelha, de Quinta do Anjo, o mel, as frutas – onde se destaca a Maçã Riscadinha, produto certificado que apenas pode ser encontrado em Palmela, entre Julho e Agosto – e a doçaria tradicional constituem os principais motivos de interesse. Estará disponível, também, um espaço com petiscos e sobremesas confeccionados com os produtos da região.
A animação musical e oficinas para o público mais jovem completam o leque de ofertas para um dia diferente neste Monumento Nacional.
 

Sessão Plenária na APS marca concessão de Terminal de Granéis Líquidos para a Galp

 

Em Sines<br>Sessão Plenária na APS marca concessão de Terminal de Granéis Líquidos para a Galp<br><br>A Presidente da Administração do Porto de Sines, Lídia Sequeira e o Presidente Executivo da Galp Energia, Manuel Ferreira De Oliveira, presidem hoje à Sessão Plenária e Acolhimento que decorre no âmbito do processo de concessão do Serviço Público de Movimentação de cargas no Terminal de Granéis Líquidos e da Gestão Integrada de Resíduos.

Esta cerimónia no Porto de Sines vem no seguimento da assinatura do contrato de concessão do TGL entre a Galp Energia e a Administração do Porto de Sines em Novembro de 2007. Com esta concessão a Galp Energia passou a operar o maior terminal de granéis líquidos do país que, em 2007, recebeu 877 navios em operação comercial e movimentou 17 milhões de toneladas de carga.

Com a concessão manter-se-á o carácter de prestação de serviço público na movimentação de mercadorias no terminal, o qual foi concebido numa arquitectura de multi-cliente e multi-produto.

Para Lídia Sequeira, Presidente da APS, “Este é um momento marcante uma vez que o Porto de Sines concretiza um dos principais objectivos do seu plano estratégico com esta concessão, dando cumprimento às orientações estratégicas do Governo para o sector Marítimo-Portuário”.

Manuel Ferreira De Oliveira, Presidente Executivo da Galp Energia, congratula-se por a empresa passar “a operar uma infra-estrutura essencial para a produção da sua Refinaria de Sines, assegurando elevados padrões de fiabilidade, segurança e eficiência a todos os clientes do Terminal de Granéis Líquidos”.
 

TEATRO DA RAINHA ACTUA EM SESIMBRA - “O Médico à força” visita Quinta do Conde

TEATRO DA RAINHA ACTUA EM SESIMBRA<br>O Médico à força visita Quinta do CondeA companhia de teatro das Caldas da Rainha apresenta dia 2 de Agosto (Sábado), pelas 21h 30, a peça do dramaturgo francês Molière, "O Médico à Força", numa representaçao única, marcada no Anfiteatro da Boa Água, na Quinta do Conde, Sesimbra.

 

“Uma história de um amor contrariado, uma doença inventada e um médico que não é médico, com noções de anatomia absolutamente delirantes, disposto a inventar os mais extraordinários tratamentos, assim se pode descrever esta hilariante comédia de equívocos”, adverte o Teatro da Rainha.

Lucinda inventa uma misteriosa doença para fugir ao casamento imposto pelo seu pai, Geronte, para engrossar o património familiar. Em "O Médico à Força", todas as personagens são movidas pelo dinheiro. Esganarelo gasta o que não tem em vinho e vê-se obrigado à força de pancada a assumir que é médico, numa vingança da sua mulher Martine.

Como não podia deixar de ser, Esganarelo é o médico escolhido para diagnosticar o mal de que sofre Lucinda, apesar dos seus não-conhecimentos médicos. O público do Anfiteatro da Boa Água vai deixar-se seduzir pelos números burlescos do lenhador-médico de Molière, personificação satirizada da aversão do dramaturgo pela medicina da sua altura.

Será que, no final dessa comédia que promete muitas gargalhadas e um serão diferente, Lucinda consegue ficar com Leandro, o seu verdadeiro amor? Repleta de diálogos irreverentes e “saborosos”, a farsa “O Médico à força” obriga o público a mergulhar com os actores no ritmo infernal dos seus três actos.
 

White Sharks Almada derrotam Académica - Conquistam título de Campeões Nacionais de Beisebol

White Sharks Almada derrotam Académica<br>Conquistam título de Campeões Nacionais de BeisebolAo derrotar a Associação Académica de Coimbra por 8-6 e 5-4, nos dois jogos da Final do Campeonato Nacional de Beisebol 2008, escalão sénior, os White Sharks Almada Beisebol Clube sagraram-se ontem, 26 Julho, campeões nacionais da modalidade, no campo de beisebol de Abrantes.

 

Este era um título ambicionado pelo o clube almadense, depois do desaire de 2007, onde não alcançou besse objectivo.
“Os jogadores e técnicos estão de parabéns, assim como dirigentes, sócios, colaboradores, amigos e adeptos do Clube, não podendo esquecer a Câmara Municipal de Almada que sempre nos tem apoiado.” – sublinha o porta voz do clube, Catarina Seita.
 

Crónica do Palácio - Acerca do “fazer obra” e “fazer cidadania”

Crónica do Palácio<br>Acerca do fazer obra e fazer cidadania Sou de opinião que será neste terreno, nesta matriz de fazer politica com cidadania, que se sentirá a diferença, e encontrará os rumos para o Barreiro e para o Distrito, com muita influência na vida do país.

Se perdermos o comboio do “fazer cidadania” que não pode estar desligado de um “modelo de distrito” ou “modelo de cidade”, estamos a contribuir para abrir um fosso e criar um guetto, em vez de construirmos a região motor do país.

 

A Tertúlia do Palácio proporciona um encontro semanal, às sextas feiras, sendo o espaço onde um grupo de amigos do Barreiro, aproveita a hora de almoço, no Restaurante Palácio Alfredo da Silva, para troca opiniões, divertir-se e tecer os mais diversos comentários sobre a vida local.
Uns são socialistas, outros sociais democratas, outros do bloco de esquerda ou comunistas e, também, há os que não têm partido.
São, nas suas formações académicas de áreas como engenharia, direito, medicina, antropologia, psicologia, filosofia ou sem qualquer formação académica, mas, homens ligados ao desporto, ao associativismo, artes plásticas, enfim, todos eles com intervenção na vida da cidade, cidadãos que sentem a cidade e gostam de viver no Barreiro.
Todos eles com uma forma de estar que têm, em comum, por objectivo partilhar ideias, comungar um ponto de encontro, para brincar, dialogar, ironizar e olhar os dias com um sorriso.
Ninguém está ali com objectivos de criar “um partido político”, ou pretende promover “uma nova religião”, nem sequer pretende ser “um grupo de opinião” ou “clube de reflexão”. É um mero ponto de encontro com Rostos.
Há uns que são regulares. Há outros que vão passando de vez em quando. Há dias que estão seis, sete ou oito. Outros dias estão doze, treze ou mais.
Aliás, sublinhe-se, ninguém tem o compromisso de estar sempre presente. Estar ali é uma atitude de quem quer desfrutar o prazer de conviver. Nada mais...

A minha boneca é melhor que a tua

Há dias que as conversas são animadas. Há dias que as conversas são meras circunstâncias do dia a dia, um olhar sobre o quotidiano. Falar mal, de cada um nós mesmos, também ajuda a divertir.
Mas, vem esta Crónica do Palácio, hoje, a propósito de um tema que esteve sobre a mesa, na última sexta –feira – entre o “fazer obra” e o “fazer cidadania”.
Veio para a conversa essa discussão estéril que, pelos vistos, nos dias de hoje está muito em voga na vida politica local.
Quem foi que fez mais obra? O PCP em 30 anos ou o PS em quatro anos? De quem é a obra “y” é do PCP ou do PS?
Assim, uma discussão que no dizer do Mário Durval, tem um pouco a ver com aquela conversa de crianças : “A minha boneca é melhor que a tua!”

“Propaganda Politica” ou “Marketing politico”

Mas, já agora, nesta conversa, quando conduzida para o nível da apreciação das obras, dizia Mário Durval que eu começo a ficar tenso.
E, começo, de facto, porque estou consciente que vivo nesta terra já vai a caminhar para os 40 anos e vivi muita coisa. Senti na pele muita coisa.
Em primeiro lugar quero afirmar e reafirmar que acho uma injustiça ( independentemente das razões ideológicas) que se afirme que os comunistas no Poder Local no Barreiro, só destruíram o Barreiro.
O Jorge Fagundes, socialista,que foi vereador no primeiro executivo eleito, após o 25 de Abril, confirmou algumas coisas que referi na conversa da Tertúlia do Palácio – as Lixeiras de Coina, a inexistência de um sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos, a deficiente rede de abastecimento de água ( em muitas zonas do Barreiro, nas horas de ponta, não era possível tomar banho, e havia falta de água).
Mas, mais, recordo que na grande maioria das ruas do concelho, não existiam passeios, nem por vezes ruas pavimentadas.
Uma cidade herdada de uma pulverização de construção civil, antes do 25 de Abril, sem rei nem roque.
Só com a construção do depósito elevatório do Alto da Paiva foi melhorado o abastecimento de água ao concelho.
Existiam zonas sem saneamento básico e sem água de abastecimento público.
Foram milhares e milhares de contos – contos, escudos – enterrados por todo o concelho para melhorar as condições e a qualidade de vida.
O Barreiro, apesar de tudo o que se diz, em termos de planeamento urbanístico foi uma cidade que deu passos pioneiros no país. Assisti a visitas, de várias turmas de alunos de Arquictetura, que vinham ao Barreiro para avaliar no terreno uma determinada realidade urbanística e depois eram confrontados com as estratégias correctivas.
Ouvi vários professores, que nada tinham a ver com os comunistas, sublinhar as perpectivas pioneiras, em termos de propostas de elaboração do PDM, com base nas “unidades operativas”, um projecto da responsabilidade dos serviços municipais.

Um concelho pioneiro

Recordo o trabalho pioneiro que foi dinamizado pelo Comandante Encarnação Coelho, na elaboração de um Plano de Emergência Externa da Quimigal-Quimiparque, que permitiu, em termos nacionais lançar o repto para a elaborção de Planos Municipais de Emergência, porque nada existia no país. Isto, fruto de um trabalho de uma gestão comunista, onde o pelouro era de um vereador socialista, João Pintassilgo.
Recordo as ruas esventradas, na Miguel Pais, na Avenida do Bocage e em tantos outros locais, para colcocar rede de saneamento.
E tanto haveria para referenciar. Num concelho, sempre sem dinheiro, com os Transportes Colectivos que absorvem parte do orçamento e sem a devida indemnização compensatória.
Até, nesta matéria o concelho foi pioneiro, promovendo um seminario sobre transportes, onde foi lançado o repto da criação da Comunidade Metropolitana de Transportes.
E, já esqueceram o que eram as Oficinas dos TCB’s e a obra que foi construída.
Para além de que, é preciso não esquecer, as grandes empresas do concelho pagavam os seus impostos em Lisboa.

O Barreiro foi uma nulidade?

É por esta razão que fico tenso, quando escuto discursos acusativos que nada foi feito neste concelho e que 30 anos de gestão do PCP foram uma nulidade.
Será que aqueles que andaram pelo PCP e agora estão no PS sentem mesmo que a sua vida de autarcas, ou de técnicos de mão do poder comunista, foram actividades que exerceram em plena nulidade?!
E, já agora, no mandato que o PCP/CDU perdeu as eleições para o PS, esse foi daqueles que o PCP mais obra realizou e, ainda por cima, deixou no terreno propostas em aberto que acabaram por ser as obras que marcaram o mandato do PS, caso do AMAC, ou o Centro Comunitário do Lavradio, ou o Mercado de Coina, ou o Mercado de Santo André. Não foi por mero acaso que Emidio Xavier, e bem, convidou Pedro Canário, para os actos inaugurais.

Casa onde não há pão...

Numa Câmara onde o dinheiro não abunda, será sempre assim – haverá uma obra ou outra que marca o mandato e outra fica em marcha para o mandato seguinte.
Penso que, em tudo isto, o importante valorizar é que de facto, com os recursos existentes, podendo existir debate sobre as prioridades, o Poder Local do Barreiro contruibui ao longo de décadas para transformar e melhorar a vida local, faça-se esta justiça a todos os autarcas que têm gerido os destinos do concelho.
Esta discussão do “fazer obra” já está demonstrado na prática que não é tudo.
O PCP fez obra e perdeu as eleições.
O PS fez obra e perdeu as eleições.
Então, qual é a questão central que leva o eleitorado a mudar de opinião?
Foi este o tema que esteve em debate na Tertúlia do Palácio – “fazer obra” ou “fazer cidadania”.

Uma nova forma de viver e fazer cidade

O PS ganhou as eleições não foi porque o PCP não tenha feito obra – reconheça-se que o Parque da Cidade foi uma obra importante, que não valeu ao PCP/CDU.
O PS ganhou as eleições porque lançou o repto de uma nova forma de viver e fazer cidade.
O PS ganhou as eleições porque colocou em discussão uma “ideia de cidade” ( diga-se que muito já conceptualizada no PDM).
O PS ganhou as eleições porque lançou uma proposta de mudança – uma nova cidadania com os barreirenses.
Os eleitores acreditaram porque estavam cansados de algum “autismo” do PCP/CDU e sentiam necessidade de respirar novos ares.
O PS ganhou as eleições porque criticando a gestão do PCP/CDU apresentou um discurso inovador e pela positiva – “fazer cidadania – o melhor do Barreiro são os barreirenses”.
Não foi na obra que o PS ou o PCP falharam e desiludiram os barreirenses. Foi no modelo de cidade. Na proposta e modo de viver a cidadania.
O PCP derrotou o PS, porque “abriu os olhos” e sentiu que uma cidade se constrói com os cidadãos, sejam comunistas, socialistas, sociais democratas, bloquistas, democratas cristãos ou sem partido.
O PS no poder esqueceu esta linha estratégica do “fazer cidadania”, optou pelo “marketing politico”, pela criação de “redes de influência” na vida cultural e associativa, copiando, neste caso, os modelos desgastados do PCP/CDU.
Por esta razão, defendi na Tertúlia do Palácio que o que está em causa no nosso futuro próximo, não é quem fez obra, se esta obra é de x ou de y, o importante é sermos capazes de discutir e aprofundar o modelo de cidadania, que devia ser exemplar para uma cidade que foi uma referência de luta pela liberdade e pela democracia, antes do 25 de Abril.

Nem só de obra vive uma cidade

“Nem só de pão vive o homem”, assim como nem “só de obra vive uma cidade”.
Uma cidade é feita de pessoas, com diferenças, que se respeitam e lutam pelos seus valores, com ética.
Os eleitores escolhem. Os eleitores conhecem.
Os eleitores saberão na hora própria escolher aqueles que merecem mais crediblidade – pelo rigor.
O debate politico deveria ser centrado no “fazer cidadania” e no “projecto de cidade”, tudo o resto, são meras guerrilhas urbanas, que podem fazer “politiquice” mas não fazem da “politica”, uma causa nobre ao serviço da cidade.

O futuro do distrito de Setúbal

E já agora, este, é, igualmente, o problema que se coloca nos próximos tempos ao Distrito de Setúbal.
São muitos os desafios. Ninguém ignora que o Distrito foi ostracizado durante décadas.
Agora, pela frente estão muitos projectos que vão mudar a face do distrito e a sua importância na vida do país.
Por essa razão, a discussão do Distrito também tem que passar por esta realidade, do “fazer cidadania”, no mobilizar os cidadãos e os agentes sociais e económicos para a construção desse futuro.
Se perdermos o comboio do “fazer cidadania” que não pode estar desligado de um “modelo de distrito” ou “modelo de cidade”, estamos a contribuir para abrir um fosso e criar um guetto, em vez de construirmos a região motor do país.
Esta é a responsabilidade dos políticos, construir uma cidade e uma região sem exclusões.
Por isso, penso que no futuro sairá vencedora, pelas próprias dinâmicas sociais e empresarias que estão em marcha, a força politica que melhor for capaz de criar condições para se construir uma sociedade aberta.
A força politica que for capaz de afirmar lideranças credíveis, com ideias e com valores.
A obra, essa será feita, assim hajam recursos. Assim o Poder Central compreenda que no distrito de Setúbal está muito do futuro do país no século XXI.
Sou de opinião que este terreno, esta matriz de fazer politica com cidadania, será o espaço politico onde se sentirá a diferença, e, naturalmente, se encontrarão os rumos para o Barreiro e para o Distrito de Setúbal, com muita influência na vida do país.
Pois, Mário Durval, é talvez por isso que fico tenso, porque sinto a politica descer a níveis que incomodam e tenho medo que isto, nesta região, se transforme numa qualquer Secília.
Nem Portugal, nem o país merecem que sigamos esse caminho, dando razão, de novo, ao conhecido discurso de Eça de Queirós.
Até para a semana...e pelos vistos estamos muito de acordo!

António Sousa Pereira

Em Almada - Núcleo de Radioamadores da Armada comemora aniversário

Em Almada<br>Núcleo de Radioamadores da Armada comemora aniversárioO Núcleo de Radioamadores da Armada, promove as comemorações do seu 6º aniversário.
No âmbito das comemorações será activadas nos próximos dias 26 e 27 de Julho a estação especial CS8DFG a bordo da fragata ´D. Fernando II e Glória´ que se encontra na doca 2 da ex ´Parry and Son´ em Cacilhas.
 

A estação especial CS8DFG estará activa das 0800z às 1900z dos dias 26 e 27 de Julho de 2008.
 

Cidade de Setúbal - Em boa posição para organizar um Campeonato do Mundo de Águas Abertas

Cidade de Setúbal<br>Em boa posição para organizar um Campeonato do Mundo de Águas AbertasO sucesso da terceira edição da “Setúbal Bay International Swim Marathon” (SBISM), realizada em final de Junho, coloca a cidade em boa posição para organizar um Campeonato do Mundo de Águas Abertas, a prova máxima nesta disciplina da natação.

O relatório do delegado da Federação Internacional de Natação (FINA) Alan Clarkson, que acompanhou a SBISM, uma etapa da Taça do Mundo de Natação em Águas Abertas, indica que “Setúbal seria o palco perfeito para a realização do Campeonato do Mundo de Natação em Águas Abertas e a cidade deve ser encorajada a organizá-lo em 2012”.

De realçar que essa edição do campeonato do mundo apura os participantes para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, na competição de dez quilómetros de águas abertas e, além desta distância, integra provas de cinco e 25 mil metros.

A SBISM 2008, co-organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, Federação Portuguesa de Natação e Federação Internacional de Natação, mereceu outros destacados elogios no documento elaborado pelo delegado britânico. “A pequena praia disponibilizada aos espectadores permitiu-lhes seguir de perto todo o percurso dos nadadores”, sublinhou Alan Clarkson.

O responsável da FINA salientou as “excelentes condições” do Parque Urbano de Albarquel – local de partida e chegada da prova –, referindo mesmo que a distância entre o espaço de lazer e o rio era tão curta que permitiu aos treinadores alimentar os nadadores a partir de terra, não sendo necessário recorrer ao habitual pontão.

O clima, a segurança da prova e a temperatura da água – 20 graus centígrados – estão em destaque no relatório, bem como os alojamentos proporcionados quer a atletas quer à delegação da FINA. “Os hotéis foram excelentes, não havendo nada a apontar de negativo”, escreveu Alan Clarkson

“Encontros do Clube” em Sesimbra

“A importância da Política”

com Mário Soares, Carlos Brito e Fernando Rosas

 

Encontros do Clube em Sesimbra <br>A importância da Política com Mário Soares, Carlos Brito e Fernando RosasHoje, dia 25 de julho, pelas 21 horas, realiza-se no Clube Sesimbrense – Grémio, em Sesimbra, uma iniciativa no âmbito dos “Encontros do Clube”, promovidos pelo Clube de Reflexão OBSERVA em colaboração com o Clube Sesimbrense.


O tema em debate será : “A importância da Política”, tendo como prelectores convidados Mário Soares, Carlos Brito e Fernando Rosas.
 

“Da Política dos grandes ideais, da dedicação à causa pública, à ideologia da morte da politica, como gestão de interesses particulares e privados,” – refere a organização deste evento, são matérias que proporcionam que “três veteranos debatem a importância da política”.
No dia 25 de Julho, pelas 21 horas, no Clube Sesimbrense (Grémio), com entrada livre.
 

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