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Entre Tejo e Sado

Por dentro dos dias e da vida

Por dentro dos dias e da vida

António Presumido primeiro presidente eleito da JF Baixa da Banheira “O interesse da sua terra e das suas gentes à frente de qualquer coisa»

. Um poema oferecido ao jornalista António Sousa Pereira

No âmbito do 47º aniversário da freguesia da Baixa da Banheira, no concelho da Moita, o Movimento Associativo Popular da Vila da Baixa da Banheira prestou homenagem a cinco cidadãos cuja actividade foi relevante para a comunidade.
António José Presumido, foi um dos homenageados, sendo referido, por Paulo Dias que foi um homem –“ considerado por todos um embaixador da nossa terra e do nosso país”.

 

António José Presumido, nasceu no Barreiro a 2 de Maio de 1930. Frequentou a Escola Primária Conde Ferreira, na Moita. 
Aos 11 anos deixou a Escola e foi trabalhar para a industria corticeira. Aos 16 anos entrou na Companhia União Fabril. 
“Aos 18 anos fez a quarta classe e foi para a carpintaria aprender esse nobre ofício. Aos 22 anos foi para apontador. Aos 30 anos iniciou os estudos na Escola Industrial e Comercial Alfredo da Silva” – referiu Paulo Dias, no decorrer da homenagem.

Primeiro Presidente eleito na da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira

“Após o 25 de Abril foi eleito para a Comissão de Moradores da Baixa da Banheira onde desenvolveu um trabalho unitário de grande valia para a Baixa da Banheira. 
Participou ativamente nas reuniões com os moradores e com as autarquias. 
Fruto do seu percurso e da estima que a população lhe demonstrava é convidado para ser candidato ao cargo de Presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, cargo para que foi eleito” - salientou. 
“Mais tarde é eleito Vereador da Câmara Municipal da Moita, cargo que desempenhou sempre colocando o interesse da sua terra e das suas gentes à frente de qualquer coisa. O que granjeou admiração e estima” – referiu Paulo Dias. 

Embaixador da nossa terra e do nosso país

António José Presumido, foi Presidente da Associação de Geminação durante muitos anos sendo considerado por todos um embaixador da nossa terra e do nosso país. 
“Estimado por franceses, alemães, marroquinos e como não poderia deixar de ser por toda a população da sua terra” – sublinhou Paulo Dias. 

Uma referência e um exemplo

António José Presumido dedica-se à escrita tendo feito obra que dedicou à Baixa da Banheira e Concelho da Moita mas que estendeu à nossa cultura portuguesa. 
“Hoje em dia é uma referência e um exemplo para todos aqueles que querem estar na vida pública. Sem sombra de dúvida um dos muitos bons autarcas e homens do coletivo que a Baixa da Banheira produziu” – disse Paulo Dias.

Criei grandes amigos nas colectividades e no Movimento de Moradores

António José Presumido recordou que ao longo da sua actividade de intervenção civica – “criei grandes amigos, nas colectividades e no Movimento de Moradores”.
Referiu episódios e momentos que guarda na memória, a partilha de problemas e sublinhou o apoio que sempre recebeu de sua esposa.
Na sua intervenção sublinhou um episódio, quando ele e o Padre Pedro, andaram pelas ruas a efectuar um peditório para as festas da freguesia – “o padre tocava corneta e eu com o saquinho”.
No final, leu um poema, onde evocou a história da Baixa da Banheira, a luta pela conquista da freguesia e a luta pela liberdade.

Um poema oferecido ao jornalista

António Presumido, após a leitura do poema, referiu – “Quero oferecer este poema, por mim assinado, a um jornalista que está aqui presente”. 
O primeiro autarca eleito como presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, ofereceu o poema a António Sousa Pereira, Director do jornal «Rostos».
Um gesto que foi marcado com um forte abraço entre o autarca e o jornalista.

 

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=6000031&mostra=2

«Aos domingos pela manhã» na SFAL Apresentação do livro «Roda Mágica»

No próximo domingo, dia 2 de Fevereiro, pelas 11 horas, no Café Bar da SFAL, numa iniciativa em colaboração com o jornal «Rostos», aquela colectividade vai dar inicio ao ciclo de eventos «Aos domingos pela manhã», cujo objectivo é divulgar projectos desenvolvidos ao nível da região.

Paulo Cavaco, autor da música e texto do livro «Roda Mágica», com ilustrações de Bruno Nunes, é o convidado da primeira sessão.

O livro «Roda Mágica», com música e texto de Paulo Cavaco e ilustrações de Bruno Nunes, é inspirado na nova Roda dos Alimentos, onde os alimentos ganham vida e trazem canções e histórias para cantar. 
Trata-se essencialmente de canções e ilustrações que de forma lúdica e divertida irão fazer chegar ás nossas crianças o conhecimento e a importância de uma alimentação saudável e equilibrada. 
Destinado a todas as crianças, procura ser uma ferramenta de apoio aos pais, professores e educadores de infância como instrumento educativo. 

Não falte. Traga o seu filho. Convide um amigo.
«Aos domingos pela manhã», com o sabor de um café...descubra a criatividade das nossas gentes.

PRÓXIMAS INICIATIVAS

No dia 9 de Fevereiro - 11 horas
«Constelações Vivas»

Apresentação do livro «Constelações Vivas», um projecto integrado na promoção do Festival BB Blues, da Baixa da Banheira.

Dia 16 de Fevereiro - 11 horas
«O Templo de Borkudan" 

Apresentação do livro «O Templo de Borkudan" - Crónicas de Tellargya, de Helder Martins, da Editora Chiado.
Uma épica batalha em que se cruza o desejo de fazer o que é certo e o que é certo fazer.

Baixa da Banheira no concelho da Moita Quer colocar o «Blues» como marca da sua actividade musical e cultural na região e no país

. Festival BB Blues é uma marca

“Queremos ser actores da promoção cultural do concelho, com os municípios dos arredores e na Área Metropolitana de Lisboa” – referiu Luis Guerreiro, da Associação BB Blues Portugal, hoje à tarde, apresentada no Forum Cultural José Manuel Figueiredo.

“Queremos criar uma ponte entre o blues e a Baixa da Banheira” – salientou Dúlio Canário.

Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, afirma que Festival BB Blues tem que se tornar – “uma imagem da nossa terra”.

 

Rui Guerreiro, da Associação BB Blues Portugal, hoje à tarde, no Forum Cultural José Figueiredo, na Baixa da Banheira, referiu que “em sequência do trabalho realizado para o Festival BB Blues, a dimensão e a importância do festival, justificou a criação de uma associação vocacionada, que tendo o Festival como âncora, possa realizar um trabalho regular na Baixa da Banheira” de promoção e divulgação do blues.
Essa a razão para a criação da Associação BB Blues Portugal, fundada no dia 1 de Dezembro de 2013.

Promover o blues enquanto forma de expressão cultural

Rui Guerreiro, recordou que o «Festival BB blues» nasceu no movimento associativo, e, na sua opinião, faz sentido a criação de uma associação cultural vocacionada, numa perspectiva de promover um trabalho de proximidade.
“Temos um plano de intenções para o ano 2014, visando promover o blues enquanto forma de expressão cultural” – referiu.
Salientou que estão pensadas a realização de actividades ao nível da formação, divulgação e discussão.

Revitalizar o espaço do Café Concerto

Neste contexto a Câmara Municipal da Moita vai disponibilizar, o espaço do Café Concerto do Forum Cultural José Manuel Figueiredo, onde, no 2º sábado de cada mês, irá decorrer um Ciclo de Blues.
“Este é um contributo para revitalizar o espaço do Café Concerto, manter vivo e conectar com a população do festival ao longo do ano”, sublinhou.
Estão agendados dois concertos, para os dias 8 de Fevereiro e 8 de Março. 
“Queremos ser actores da promoção cultural do concelho, com os municípios dos arredores e na Área Metropolitana de Lisboa” – referiu Luis Guerreiro.

Criar uma ponte entre o blues e a Baixa da Banheira

Dúlio Canário, da Associação BB Blues Portugal, recordou as origens do Festival BB Blues, cuja primeira edição remonta ao ano 2012, que contou apenas com a participação de bandas portuguesas, no entanto, no na segunda edição no ano 2013, o Festival já registou a presença de nomes do blues de referência internacional
Dúlio Canário, sublinhou que – “o festival cresceu em número de dias e em quantidade de bandas, alcançando uma visibilidade mediática”.
Sublinhou que a Associação BB Blues Portugal não vai centrar a sua actividade apenas na música, pretende dinamizar uma componente cultural.
“Queremos criar uma ponte entre o blues e a Baixa da Banheira” – salientou.
Recordou que as origens do blues foi em zonas dos Estados Unidos da América de residência de populações carenciadas e a Baixa da Banheira tem essa matriz na sua génese.
João Figueiredo, da Associação BB Blues Portugal, recordou que ao longo da sua história a música sempre marcou presença na vida da Baixa da Banheira – “Há sempre músicos, há sempre grupos, há uma cultura musical na Baixa da Banheira”.

Festival BB Blues é uma marca

Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, sublinhou quer a Baixa da Banheira é uma terra de”gente que arregaça as mangas e trabalha”, uma terra de gente que “gosta de fazer coisas para os outros”.
“Somos uma terra que faz coisas, somos uma terra feita do trabalho de muita gente”- disse.
Nuno Cavaco sublinhou que o Festival BB Blues tem que se tornar – “uma imagem da nossa terra”.
“Temos que criar uma marca da Baixa da Banheira, o Festival BB Blues é uma marca” – disse o autarca.

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Lurdes Sales, presidente da Direcção da SFAL «Nos tempos que correm é difícil dirigir colectividades»

. Iniciar a preparação da comemoração dos 150 anos da SFAL

No decorrer da Tomada de Posse dos Corpos Sociais da SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, Lurdes Sales, presidente da Direcção, sublinhou que a equipa eleita tem que – “continuar a escrever páginas da história, da história centenária da SFAL”.

 

Lurdes Sales, a primeira mulher a assumir o cargo de Presidente da Direcção da SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, a mais antiga colectividade do concelho do Barreiro com 146 anos de vida, referiu que – “abraçar a liderança desta casa é um desafio” que assumia porque – “a vida é feita de desafios”.
“Nos tempos que correm é difícil dirigir as colectividades, assim como nas nossas casas sentimos a falta de dinheiro, também essas dificuldades são sentidas na vida das colectividades” – sublinhou.

“Vamos aprender uns com os outros e continuar o excelente trabalho realizado pela Direcção cessante, mantendo um controle rigoroso de receitas e despesas”- salientou.
Lurdes Sales recordou que o lema apresentado no Programa Eleitoral foi – “Viver o associativismo. Viver a SFAL. É isso queremos que fazer, com um trabalho de equipa, para continuarmos a escrever páginas da história da nossa colectividade”.
“Temos que continuar a escrever esta história e continuar a acrescentar algo mais na história centenária da nossa colectividade” – disse. 

Comemorar os 150 anos da SFAL

A criação de uma Comissão que possa desde já iniciar projectos para assinalar os 150 anos da colectividade foi um repto lançado, no decorrer da sessão, por António Sousa Pereira, presidente da Direcção cessante.

Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense
Corpos Sociais Biénio 2014 - 2015

 

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TESFAL - Teatro de Ensaio da SFAL estreia « A menina Feia» A vida vale pelas aparências ou pelos seus valores reais?

O Grupo de Teatro TESFAL - Teatro de Ensaio da SFAL, estreou a peça ‘A Menina Feia’, de Manuel Frederico Pressler, com encenação de Lurdes Sales. 

O TESFAL está de parabéns. A Lurdes Sales está de parabéns. Gostei da peça, pelas interpretações sóbrias, num contexto de grande exigência teatral, pela encenação que supera a contextualização do texto, pelo riso e pelo calor humano.

 

“Afinal, o que é a beleza? Quantas vezes nos deixamos enganar pelas aparências? E o amor? Que sacrifícios estaremos dispostos a fazer pelo "verdadeiro amor"?” – são perguntas colocadas pelo Grupo de Teatro Palha de Abrantes, no seu programa, quando levou à cena a peça ‘A Menina Feia’.
“Estas são as questões que alimentam "A Menina Feia", de Manuel Frederico Pressler , onde assistimos a uma galeria de personagens únicas que dão corpo a situações caricatas, por vezes hilariantes, que, embora provoquem o riso, não deixam de nos fazer pensar...”- refere o grupo Palha de Abrantes.
Subscrevo integralmente estas perguntas e estes comentários, porque, de facto, são reflexões que traduzem as interrogações que coloquei a mim mesmo ao ver a peça, e o sentimento que recolhi no final do espectáculo.

Diverti-me. Interroguei-me. Senti a actualidade do tema, a intemporalidade das interrogações. De facto, hoje, tal como antes do 25 de Abril quando esta peça esteve em cena em Lisboa, temos consciência que existe um mundo real e um mundo feito de aparências. E, cada vez mais, sentimos, que neste aspecto, pouco ou nada mudou. 

Ainda recentemente esta peça passou na RTP Memória, num registo que contou com a participação de Laura Alves, Costinha e Irene Isidro no elenco, de que também faziam parte Paulo Renato, Henrique Santana, Henrique Viana, Nicolau Breyner, Henrique Santos, Alma Flora, António Marques, Lia Gama, Irene Cruz, Luís Horta, Helena Vieira e Maria Candal.
Que por acaso tive oportunidade de ver, até porque tinha conhecimento que este era o trabalho que o TESFAL estava a encenar. 
Pensei que este era um grande desafio que o TESFAL estava a abraçar. Uma grande responsabilidade. 
Por esta e outras razões estava com muita curiosidade de saborear esta peça do TESFAL, tanto mais que, todos sabemos, num grupo de teatro de amadores, levar um espectáculo a cena é sempre fruto de um trabalho árduo, dedicado e de grande persistência e amor ao teatro.

Esta é uma peça muito exigente no plano da interpretação, porque o texto é elemento estruturante e a acção dos actores em cena é decisiva para o sucesso do espectáculo.
O teatro, como diz António Pedro, que nunca esqueço, é “arte no espaço”. Uma peça é fruto de um trabalho de equipa, cada personagem tem uma razão e contribui para o desenvolvimento do contexto dramático e o «drama» sociológico.
Criar uma personagem exige autenticidade, sentir e viver o papel. E neste registo, nesta peça do TESFAL, quero sublinhar que todos estiveram muito bem na interpretação.
Para aqueles que pela primeira vez estiveram em palco, de registar a capacidade expressiva, com alguns registos vocais a trabalhar, mas, sublinhe-se não colocaram em causa a dinâmica da peça.

Para aqueles que já são repetentes, demonstraram todos uma evolução, cresceram como actores, viveram com intensidade os seus papeis e deram força ao texto e à-vontade às suas personagens com perfeita segurança no palco. Estão todos de parabéns.

Quero, no entanto, registar, muito particularmente, a interpretação genial de Sandra Chambel, no papel de Gilberta «A Menina Feia», que viveu a personagem de forma viva, com expressividade, com perfeita dicção, nos dois momentos de caracterização diferenciados, e com intensidade, com a eloquência do seu corpo, naquele momento de silêncio e transformação.

O quadro da mudança de «personalidade» da «menina feia» é diga-se um momento na peça de criatividade ao nível de encenação, com dimensão estética, dando ao contexto da estória, uma visão que supera a visão de quem olha para o texto como uma mera estória de cinderela – ali a personagem assume a dimensão humana, plenamente humana, da pintura, da escultura, da poesia, da nudez… do amor.

O envolvimento dos actores com o público, no arranque da segunda parte do espectáculo, é, também, uma forma de colocar os espectadores em cena, dando autenticidade e actualidade ao tema da peça – este é o mundo real, o teatro é a vida.
A sonoplastia com as pequenas falhas registadas, e a iluminação, com os recursos existentes, são contextualizadores e estão equilibrados. 
O enquadramento de abertura e fecho da peça – com dança - são duas notas coerentes que permitem sentir como o teatro, para além do texto, é invenção, arte no espaço, com registos de musicalidade e dinâmicas estéticas.

O TESFAL está de parabéns. A Lurdes Sales está de parabéns. Gostei da peça, pelas interpretações sóbrias, num contexto de grande exigência teatral, pela encenação que supera a contextualização do texto, pelo riso e pelo calor humano.
E, também, porque este texto deixa aquela pergunta no nosso coração: A vida vale pelas aparências ou pelos seus valores reais? 
É assim, as estórias e os textos, podem ser sempre interpretados, do ponto de vista onde nos colocamos, mas, pessoalmente, desde que, um dia, li Bruno Bettelheim, na sua obra «Psicanálise dos Contos de Fadas», aprendi a descobrir, que há mais estórias, por dentro das «histórias de carochinha».
A peça vai voltar a cena em Fevereiro, e vai marcar presença no Mês do Teatro, promovido pela Câmara Municipal do Barreiro.

António Sousa Pereira

Sinopse 

Uma jovem procura emprego na empresa do homem por quem está apaixonada, no entanto, este, por considerá-la feia, recusa prestar-lhe atenção. 
Uma transformação, ao estilo dos contos de fadas, vai fazer com que ele finalmente repare na ‘menina feia’…

Ficha Técnica

. “A menina Feia” , de Manuel Frederico Pressler 

. Encenação e adaptação do texto – Lurdes Sales 

. Cenografia – Elias Guerreiro e António Pequito

. Luz e Som – Marta Pequito, Ivo Almeida, Vítor Batista 

. Figurinos e Adereços – TESFAL 

. Caracterização – Luisa Reis 

. Interpretação – Paula Vilela, Pedro Vilela, Rui Pinto, João Noronha, Ruben Sequeira, António Pequito, Ana Martins, Lurdes Sales, Filipa Miguel, Sandra Chambel, Mário Guedes, José Miguel, Luisa Miguel 

. Design Gráfico – Cartaz e Programa – Alexandra Antunes

. Fotografia – Marta Pereira

Sobre o Autor

Manuela Frederico Pressler nasceu em Lisboa em 1907. Fez a sua estreia como autor dramático em 1942, com a peça ‘Horizonte’, seguindo-se ‘Labirinto’. As suas facetas de autor integram obras dos mais diversos géneros, desde a alta comédia, à farsa e ao drama histórico.
‘A Menina Feia’ foi considerada a sua peça de maior êxito, tendo sido apelidada na altura, pela crítica, como uma «comédia brilhante, pelo desenvolvimento do tema e pela agilidade e elegância do diálogo». 

A peça «A Menina Feia» é uma produção TESFAL/SFAL, com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e União de Freguesias do Barreiro e Lavradio.

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Barreiro - Setúbal - Revista «Rostos on line» Entrevista com Fátima Lopes tema de capa

Pode ler aqui, na nossa página, a última edição da REVISTA ROSTOS ON LINE.

Neste número para além da entrevista tema de capa, pode rever temas do Congresso do Movimento Operário no Barreiro, a presença de Jorge Sampaio na nossa cidade e uma conversa com Francisco Ceia, entre outros temas.

 

A REVISTA ROSTOS ON LINE no ano 2014 vai contar com quatro edições.
Nas próximas edições iremos dar destaque a temas culturais e a projectos inovadores da nossa região.

A Revista «Rostos on line» tem um espaço próprio a conquistar, sendo esse um dos nossos objectivos ao longo do ano 2014, torná-la uma referência na região, divulgando dinâmicas culturais, histórias de vida e procurando divulgar casos de estudo que contribuem para o desenvolvimento local e regional.

Leia

http://revista.rostos.pt/

 

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=1000079&mostra=2&seccao=inferencias&titulo=Barreiro-Setubal-Revista-Rostos-on-

Jornal «Rostos» - Barreiro / Setúbal Consulte edição impressa do 12º aniversário

O jornal «Rostos» completou em 15 de Dezembro o seu 12º aniversário. 
Uma caminhada vivendo, por dentro, todos os dias, as palavras do poeta que diz: o caminho faz-se caminhando.

 

O jornal «Rostos» é nos dias de hoje uma marca de referência na região, um ponto de encontro diário com milhares de leitores. 

Consulte aqui na nossa página a edição impressa do 12º aniversário

http://www.rostos.pt/edicoes/mensal/pdf/Rostos_102.pdf

«Viva o Casamento!» no Teatro Municipal do Barreiro Uma comédia que dá ânimo e proporciona «música no coração»

. . Arte Viva dedica este espectáculo a João Cavaco

Luís Pacheco, encenador, entra com o pé direito, na sua primeira colaboração com ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro, ao proporcionar um espectáculo com ritmo, musicalidade, humor e ironia.

«Viva o Casamento!», uma comédia de Fernando Gomes, que vai estar em cena no Teatro Municipal do Barreiro, até dia 1 de Março 2014, é, sem dúvida uma delícia e um espectáculo a não perder.

 

Num tempo marcado diariamente por «nuvens negras», noticias que nos retiram energia, ver a peça «Viva o Casamento!» é, sem dúvida um momento de conforto, divertimento que nos dá ânimo e faz-nos pensar que há mais mundo e mais vida que aquela que nos entra quotidianamente pelo écrans da televisão.
Sentimos, também que, aqui e agora, no Barreiro, há jovens que se divertem e divertem-nos fazendo arte de qualidade, mantendo vivo o teatro como expressão da vida e dos tempos que vivemos.
Um texto que faz sentir a intemporalidade, que faz pensar o país, a nossa terra, a nossa rua. Um texto que nos faz mergulhar por dentro dos sentimentos, de forma divertida e com muita musicalidade.
Quando termina a peça «Viva o Casamento!» não ficamos com um sentimento de vazio, antes pelo contrário, somos levados a mergulhar no tempo e percorrer as memórias de nós, neste canto à beira mar plantado.

Um espectáculo onde o espaço cénico, em todo o seu enquadramento estético merece o nosso aplauso, pela sua funcionalidade, permitindo os personagens fluir com autenticidade e com grande equilíbrio.
O jogo de luz funciona, igualmente, como um elemento estruturante do espaço cénico.
Um espectáculo onde o próprio guarda roupa contribui de forma plena para caracterizar os personagens e ajuda os actores na vivência e na expressão corporal.
Não vou referir nenhuma interpretação em particular, acho que todos estiveram em palco de forma muito serena, ajudando-se mutuamente, com muito calor e energia. Foram excelentes, na interpretação e no canto!
Todos os personagens, em momentos concretos, são centrais no espectáculo, dando sentido ao texto, na construção e desconstrução das situações dramáticas, com boa colocação de voz e caricaturas.
Os momentos musicais são, sem dúvida, uma agradável surpresa, pelo ritmo, pela graciosidade e por proporcionarem, eles mesmos, uma contextualização sociológica, tornando-se um motor da própria dinâmica teatral, sátira social e problematização da nossa realidade sócio-cultural.

Luís Pacheco, encenador, está de parabéns, entra com o pé direito, na sua primeira colaboração com Arte Viva - Companhia de Teatro do Barreiro, proporcionando um espectáculo com ritmo, musicalidade, humor e ironia.
«Viva o Casamento!», uma comédia de Fernando Gomes, que vai estar em cena no Teatro Municipal do Barreiro, até dia 1 de Março 2014. 

Se quer viver uma noite divertida, com fortes gargalhadas e simultaneamente abrir um espaço para, na sua interioridade, pensar Portugal, de hoje e do seu passado recente, então, este, garanto-lhe, é um espectáculo a não perder. É uma delicia!

Recordar João Cavaco

Uma nota final. Rui Félix recordou no final do espectáculo da estreia, com um texto muito lindo e emocionante, que a Arte Viva - Companhia de Teatro do Barreiro dedica este espectáculo a João Cavaco, amigo e colega recentemente falecido. 
Um momento de grande emoção com todos os espectadores, de pé, e actores, durante largos minutos a homenagear João Cavaco, com um forte aplauso, recordando um homem que inscreveu seu nome na história do teatro do Barreiro e na vida do Arte Viva.

António Sousa Pereira

 

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=8000026&mostra=2

«Printto Me» impressora 3D Desenvolvida e totalmente fabricada por dois Barreirenses

A Printto Me é uma impressora 3D desenvolvida e totalmente fabricada por dois Barreirenses, Mauro Ferreira e Sergio Ferreira. Sublinha Mauro Ferreira - "o lema deste projeto é ´Nada se perde tudo se transforma em 3D´". 

No próximo domingo, dia 19 de Janeiro, durante a manhã, pode tomar contacto com este projecto, no Café Bar da SFAL - Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, no concelho do Barreiro.

 

Nos últimos anos, as impressoras 3D tornaram-se financeiramente acessíveis para pequenas e médias empresas, levando a prototipagem da indústria pesada para o ambiente de trabalho. 
Além disso, é possível simultaneamente depositar diferentes tipos de materiais. A tecnologia é utilizada em diversos ramos de produção, como em joalheria, calçado, design de produto, arquitetura, automotivo, aeroespacial e indústrias de desenvolvimento médico.Impressão 3D, também conhecida como prototipagem rápida, é uma forma de tecnologia de fabricação aditiva onde um modelo tridimensional é criado por sucessivas camadas de material.1 São geralmente mais rápidas, mais poderosas e mais fáceis de se usar do que outras tecnologias de fabricação aditiva. 
Oferecem aos desenvolvedores de produtos a habilidade de num simples processo imprimirem partes de alguns materiais com diferentes propriedades físicas e mecânicas. Tecnologias de impressão avançadas permitem imitar com precisão quase exata a aparência e funcionalidades dos protótipos dos produtos.

Canal do youtube da Printto Me 3D: http://www.youtube.com/channel/UCTHqJt-eafb-sauj99ElPWQ?feature=watch
http://www.printtome3d.pt.to

Email:
 printtome3d@gmail.com

 

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=9000082&mostra=2

Quotidianos – Barreiro Loja COOP no Lavradio vai reabrir . Um exemplo vivo de economia solidária

A PLURICOOP foi, é, uma experiência do Movimento Cooperativo de Consumo Português que, afinal, continua a ser uma referência, continua a sua acção de proximidade das comunidades e está a renascer, num tempo conturbado de crise profunda, mas continua a ser uma esperança um farol que dá sentido à força de uma economia solidária.

Passei um destes dias pela Rua Egas Moniz, no Lavradio, e notei que estão a decorrer de forma intensa as obras na Loja da Pluriccoop. Senti uma grande emoção. Entrei. Espreitei. 
Foram imensas recordações que me ocorreram à memória dos finais de anos 80, principio dos anos 90, quando na minha qualidade de Presidente da Direcção da Cooperativa de Consumo Pioneiros do Lavradio, com uma equipa de veteranos formidável, demos passos para a abertura daquela loja nova, com o apoio da Coopinhal – Cooperativa de Consumo do Pinhal Novo ( que nos emprestou 500 contos), com o apoio da COOPLISBOA que forneceu a mercadoria necessária para o arranque da loja e a total disponibilidade do proprietário o Ti’Capela( o avô da Andreia do CEA).
A muita dedicação de cooperadores, o envolvimento de dirigentes, numa luta que sentíamos com o coração e muita paixão. A Loja nova abriu perto do Natal. Fizemos uma receita nunca vista mais de mil contos num só dia – um sábado.~
O Ti’Henrique tesoureiro saíu da loja com o dinheiro das caixas em sacos de plástico, como era habitual, numa receita que rondava nesses dias os 120 contos.
Chegou ao Gabinete da Direcção e estendeu as notas sobre a mesa para conferir, contar e preparar o depósito bancário. Coisas do voluntariado.
A Loja funcionou com muita eficácia e mesmo na fase final que conduziu à insolvência da PLURICOOP, era uma das lojas mais rentáveis.
Recorde-se que a insolvência da PLURICOOP teve diversas razões mas a principal, que acelerou o processo foi a situação financeira, fruto de cortes de plafond’s bancários, em sequência da crise que afectou as entidades bancárias, situação que era um anúncio da posterior chegada da troika.

Sei que tem sido uma luta intensa e pouco a pouco a PLURICOOP tem vindo a retomar a sua actividade, abrindo de forma sucessiva diversas lojas.
A Loja da PLURICOOP, no Lavradio, o único exemplo vivo do cooperativismo de consumo, com uma longa história no concelho do Barreiro vai reabrir no próximo dia 27 de Fevereiro. 
Fiquei feliz, apesar de afastado da minha intervenção nesta área cooperativa, sempre que passava por ali, doía-me o coração, porque sentia que o trabalho e dedicação de muitos homens e mulheres tinha, afinal, sido uma luta sem sentido e perdida.

Mas, agora, ao ver as obras a avançar, ao saber que de novo a Loja COOP vai reabrir no Lavradio, uma alegria enorme invadiu-me e senti que afinal é bem verdadeira aquela frase – “Só é derrotado quem desiste de lutar”!
A PLURICOOP foi, é, uma experiência do Movimento Cooperativo de Consumo Português que, afinal, continua a ser uma referência, continua a sua acção de proximidade das comunidades e está a renascer, num tempo conturbado de crise profunda, mas continua a ser uma esperança um farol que dá sentido à força de uma economia solidária.

Parabéns aos dirigentes que não desistiram, mantiveram-se firmes e acreditaram, porque, de facto o património da PLURICOOP tem um valor enorme ao nível financeiro e ao nível humano que deve continuar a ser erguido, dinamizado e desenvolvido como referência no desenvolvimento da vida das comunidades onde está inserida, por toda a região de Setúbal. 
Afinal valeu a pena ter lutado e dado um contributo para erguer este projecto de economia solidária!

António Sousa Pereira

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