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É preciso que no «Dia B» todos sejam capazes de sair à rua, saiam, e tragam bandeiras vermelhas, tragam bandeiras laranja, tragam bandeiras rosa, tragam bandeiras azuis, tragam bandeiras negras, tragam todas as bandeiras de todas as cores.Apesar de existir quem afirme de forma permanente que o Barreiro é uma terra com uma «cultura de classe» a minha vivência nesta terra ao longo de mais de quarenta anos tem permitido que eu sinta que, aqui, respira-se, de há muito, uma «cultura interclassista»,uma cultura de amor à Liberdade.
O pulsar desta terra sempre que ela se mobilizou para alcançar objectivos sociais foi, sempre, vivido com uma «cultura interclassista».
Foi assim antes do 25 de Abril, nos célebres «comboios da pedra» do Futebol Clube Barreirense ou da SFAL, foi assim com a realização dos Jogos Juvenis do Barreiro, foi assim que se desenvolveu uma forte e intensa actividade associativa, foi assim na solidariedade com os presos políticos ( com um papel de relevo pelo chamado reviralho).
Mas, também era assim que se vivia, por aquilo que sempre senti, «na minha rua», uma forte relação de vizinhança, um sentir solidário na forma de estar e viver os dias.
Recordo, um dia quando entrevistei Dulce Cabrita que ela comentava, nas ruas do Barreiro Velho, quando alguém estava doente, colocava-se «flocos de cortiça» junto às portas, para quem circulasse evitar fazer barulho e as crianças não brincassem, para não incomodar quem estava doente.
Recordo quando numa entrevista com um dirigente do Futebol Clube Barreirense, ele dizia-me: “aqui no café sempre se sentaram a conversar doutores e operários vestidos de ganga».
Isto, não significa que no Barreiro não exista de forma activa a presença de classes.
Aqui, até, pelo facto de sempre, ao longo de séculos, existirem fábricas que marcam o tecido produtivo local desde os Fornos de Cerâmica da Mata da Machada, passando pela Real Fábrica de Vidro de Coina, pelas fábricas de cortiça, às indústrias químicas e metalomecânicas, naturalmente, há uma «cultura dominante» influenciada pela força operária. O Barreiro sempre teve o seu coração a pulsar à esquerda, de anarquistas a comunistas, de socialistas a sociais democratas.
Por essa razão, há teóricos que teimam em definir o Barreiro como uma terra com uma «cultura de classe» porque analisam a sociedade barreirense com base nesses factos históricos, e olham muitas vezes no Barreiro com aquilo que colocam na sua imaginação e ideologia.
Esquecem é que o Barreiro, desde o século XX, a partir dos anos 70/80 (após o boom de desenvolvimento urbano-habitacional), o seu tecido demográfico começou a ser caracterizado por uma presença de grande significado ao nível dos serviços, sendo dominante o sector terciário.
Esquecem é que o Barreiro mesmo no tempo de grande domínio das «grandes fábricas», sempre teve um sector de pequenas e médias empresas – nos serviços e indústrias – que influenciavam a vida local.
Costumo, até dizer que o Barreiro é uma terra sem caciques, porque, aqui, os patrões sempre arregaçaram as mangas e trabalharam para construir as suas vidas.
Esquecem, até, que mesmo no período do PREC, o amplo movimento de moradores que de forma activa deu um contributo para erguer parques infantis, desenvolver actividades desportivas, era um movimento interclassista.
Tudo isto, e muito mais, me ocorreu ao pensamento ao escutar, ontem, o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro e a Vice Presidente Sofia Martins ao apresentarem o lançamento do «Dia B».
E, pensei, que o Barreiro está de novo a querer erguer-se na procura de uma cultura em fase de declínio – o Barreiro Solidário, o Barreiro interclassista.
Esse Barreiro que era, facto, um exemplo para o país, uma terra que erguia a sua voz em luta pela Liberdade, numa luta que envolveu homens e mulheres de todas as classes sociais, de operários a doutores, de católicos a comunistas, de socialistas a protestantes.
Uma terra de trabalho. Uma terra de luta. Uma terra de resistência, que deu o mote às festas do Barreiro em 1976, e depois foi usado em 1979, numa sessão para apresentar o Barreiro aos congressistas do PCP.
Gosto desta ideia do «Dia B», se ela for uma ideia para unir o Barreiro em torno do Barreiro.
Uma ideia que contribua, tal como aconteceu naqueles dias de combate contra a ETRI, quando, de novo, os barreirenses de todas as classes e acima de estratégias politico-partidárias saíram à rua, num movimento social que nem foi gerado a partir da «classe operária», pois, ele, de facto, emergiu na classe média local.
O importante com o «Dia B» é que ele seja um contributo para que os barreirenses sejam capazes de compreender que “esta terra lhes pertence», que há mais Barreiro para além dos partidos.
Sim, tal como dizia a Vice Presidente da Câmara, Sofia Martins que seja um dia para – “motivar a população para que sinta que a rua é sua”.
Carlos Humberto, sublinhou que esta acção tem uma dimensão sócio-politica, naturalmente que tem, mas que não seja uma acção politica municipalizadora da vida local.
O importante é que a sua dimensão sócio-politica seja dar um contributo para que cada cidadão e cada instituição assuma o seu papel na «polis», como parceiro do desenvolvimento local.
Uma dimensão sócio-politica que contribua para fazer renascer o “espirito do Barreiro», o espirito do «ser barreirense» e de uma «cultura de solidariedade».
Mas, obviamente que existem as lutas politicas, as guerras partidárias. Elas devem ter o seu espaço próprio, os seus momentos e lugares, e o povo saberá decidir, escolhendo os melhores, aqueles que colocam o Barreiro acima de interesses sectoriais.
O Barreiro sempre foi uma terra de saberes, uma terra que sempre soube fazer pelas próprias mãos, e ao longo dos anos deu muitos exemplos pioneiros ao país e ajudou a construir este país.
Se o «Dia B» for uma caminhada para que todos se mobilizem no «fazer cidade» então, sem dúvida, valerá a pena erguer e dar vida a esta ideia, para que se afirme uma estratégia de fazer uma cidade participada, com participação pela participação.
Construir uma cidade para todos, com todos, dando sentido àquela frase de Emidio Xavier – “o melhor do Barreiro são os barreirenses”.
É preciso que o «Dia B» seja um contributo para fazer de novo do Barreiro «uma terra com alma, uma terra com cultura», uma terra onde pessoas de diferentes opções politicas e ideológicas, de diferentes classes sociais são capazes de se unir e lutar pelo seu futuro e construir o seu futuro, como o fazem todos os dias no seu movimento associativo.
É preciso que no «Dia B» todos sejam capazes de sair à rua, saiam, e tragam bandeiras vermelhas, tragam bandeiras laranja, tragam bandeiras rosa, tragam bandeiras azuis, tragam bandeiras negras, tragam todas as bandeiras de todas as cores.
O Barreiro tem que sair à rua e gritar pelo seu futuro, gritar acima de conflitos ideológicos, gritar para além de estratégias e tácticas partidárias.
O Barreiro tem que se unir pelo seu futuro.
Estes são os meus votos para que o «Dia B» seja um sucesso, que seja um passo importante para que se construa um Barreiro sem mitologias, um Barreiro sem estigmas, um Barreiro interclassista que acredita nas suas potencialidades – “onde todos podem dar um contributo para fazer cidade”.
António Sousa Pereira
O FestCul12 - Festival de Cultura, Ciência e Tecnologia é um evento organizado pela Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal (ESTBarreiro/IPS) e o Agrupamento de Escolas Padre Abílio Mendes que pretende, ao longo de três dias, promover a ligação dos ensinos básicos, secundário e superior e ainda o ensino técnico-profissional.O FestCul12 - Festival de Cultura, Ciência e Tecnologia é um evento organizado pela Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal (ESTBarreiro/IPS) e o Agrupamento de Escolas Padre Abílio Mendes que pretende, ao longo de três dias, promover a ligação dos ensinos básicos, secundário e superior e ainda o ensino técnico-profissional, com múltiplas atividades ligadas à ciência, à cultura - música, teatro, cinema, fotografia, artes de rua - e à tecnologia em geral.
O evento decorre de 5 a 7 de junho nas instalações da ESTBarreiro/IPS. As manhãs de 5 e 6 são dedicadas aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, com workshops variados (música, teatro, ginástica, química e filosofia); as tardes de 5 e 6 de junho são dirigidas aos alunos do ensino secundário, com foco em seminários relativos às disciplinas com exames nacionais e apresentações da oferta formativa e atividades desenvolvidas na ESTBarreiro/IPS. Estes dois dias serão ainda preenchidos com atividades desportivas, exposições, workshops/seminários a cargo da Escola Segura e dos Bombeiros Voluntários do Barreiro, bem como apresentações de trabalhos e atividades por parte de alunos de escolas secundárias e profissionais.
DIA DA FAMÍLIA
No dia 7 de junho comemorar-se-á o Dia da Família, com um piquenique solidário, animação musical com a presença de artistas da região, ginástica, torneio de xadrez, torneio de Magic, The Gathering, uma sessão de cinema infantil, workshops variados, gincofusos (gincana organizada pela Escola de Fuzileiros), entre outras atividades para crianças, jovens e famílias.
Também nesse dia se procederá à entrega de prémios do Concurso de Fotografia de Ciências e Engenharia, organizado pela ESTBarreiro/IPS e pelo Agrupamento de Escolas Padre Abílio Mendes.
CONCURSO DE FOTOGRAFIA
No âmbito do FestCul12 a ESTBarreiro/IPS e o AEPAM lançam o Concurso de Fotografia de Ciências e Engenharia, que tem por objetivos a valorização da fotografia enquanto arte e a forma como se olha a ciência e a engenharia no espaço envolvente. Este concurso dirige-se a estudantes do ensino secundário e superior (que formarão um grupo - A) e a todos os fotógrafos amadores e profissionais em geral (que formarão outro grupo - B).
Os trabalhos, a serem entregues até dia 24 de maio, constam de três fotografias em cada uma das modalidades (preto & branco e cores), cujo tema representa as áreas das Ciências e da Engenharia - Química, Construção e Reabilitação. O prémio a atribuir ao primeiro qualificado de cada grupo é de 250 euros para fotografias a preto & branco ou a cores. No final do concurso será organizada uma exposição, com os trabalhos premiados e outros apresentados, que decorrerá também nas instalações da ESTBarreiro/IPS, de 5 de junho a 30 de julho, e na Escola Secundária Augusto Cabrita, de 15 de setembro a 31 de outubro de 2012.
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=7
O Cine Clube do Barreiro, apresenta no próximo dia 18 de Maio, pelas21,30 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro o filme «LINHA VERMELHA», Prémio «Melhor Filme Português» no Festival IndieLisboa 2011.Prémio ´Melhor Filme Português´, Festival IndieLisboa 2011
Linha Vermelha recua a 1975, quando o alemão Thomas Harlan filmou o documentário Torre Bela, sobre a ocupação de uma grande herdade no Ribatejo, propriedade dos duques de Lafões. Torre Bela transformou-se num ícone do período revolucionário português: a discussão acalorada sobre a quem pertence uma enxada da cooperativa, a ocupação do palácio, o encontro dos ocupantes com os militares em Lisboa e o processo de formação de uma nova comunidade… Trinta e seis anos depois, José Filipe Costa revisita esse filme emblemático, reencontrando os seus protagonistas e a sua equipa. Qual foi o impacto da presença da câmara sobre os acontecimentos? Que influência teve o filme sobre a memória dessa experiência? Linha Vermelha mostra como Torre Bela continua hoje a marcar a história de um período conturbado do país.
Hélder Madeira, Pedro Canário, Emídio Xavier e Carlos Humberto de Carvalho, os quatro presidentes de Câmara eleitos no concelho do Barreiro, vão ser os oradores do debate subordiando ao tema:“O Poder Local Hoje”, que será moderado pelo Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, Frederico Pereira.O debate “O Poder Local Hoje” é uma iniciativa inserida nas Comemorações dos 35 Anos do Poder Local Democrático.
Todos os eleitos autárquicos desde 1976, bem como a população em geral, estão convidados a participar neste debate que terá como oradores os quatro presidentes da Câmara Municipal do Barreiro, desde as primeiras eleições autárquicas em Democracia.
"É de realçar que o dia 20 de maio assinala o Dia da Autonomia do Poder Local, e, também, a fundação da Associação Nacional de Municípios Portugueses, tornando-se assim numa efeméride muito significativa para a instituição municipal e população" - sublinha a nota da Câmara Municipal do Barreiro.
A Câmara Municipal de Alcochete aprovou, por unanimidade, na reunião de Câmara que decorreu nos Paços doEm conformidade com a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, adoptada na 32.ª Conferência Geral da Unesco, a Câmara Municipal elaborou esta declaração, em consonância com outros Municípios Portugueses representados na Secção dos Municípios com Actividade Taurina, que em reunião, ocorrida no passado mês de Março, manifestaram interesse no reconhecimento e declaração da Tauromaquia como Património Cultural de Interesse Municipal.
Para o Presidente da Câmara este é um trabalho muito importante de exaltação de uma das mais importantes manifestações culturais e identitárias do Concelho.
“Este é um trabalho que é necessariamente sucinto mas foca aspectos muito interessantes do ponto de vista histórico, demonstrando que esta relação entre as gentes do concelho de Alcochete e a Festa Brava é uma relação secular, que remonta documentalmente a meados do século XV ao reinado de D. João II”, aliás ainda antes, a um momento anterior à fundação do Município de Alcochete", salientou Luís Miguel Franco.
Esta é uma declaração alicerçada na importância que a Tauromaquia tem em termos identitários, culturais e sociais no Concelho e que assenta também numa importante componente histórica.
Além da crónica de Garcia de Resende que refere o acto de bravura de D. João II frente a um touro em Alcochete, célebre ficou também a manada de São João, e o envolvimento do Município na organização das festas de São João no séc. XVI, assim como a ganadaria do Comendador Estêvão António de Oliveira no séc. XIX.
Actualmente, é reconhecido o contributo do engenheiro Samuel Lupi através da criação das ganadarias Samuel Lupi e Rio Frio, assim como as prestações dos dois grupos de forcados de Alcochete, que asseguram a continuidade de uma tradição com quase de 200 anos.
A proposta será remetida para deliberação na próxima reunião da Assembleia Municipal.
. Vencedor ganhará uma viagem para Washington e entrada directa no torneio profissional
O Player´s Spot vai organizar no próximo dia 19 de Maio, em parceria com a Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, um dos eventos mais importantes do calendário do Magic the Gathering.
Este será o primeiro evento do género a realizar-se no Barreiro e já conta com mais de 160 inscritos de toda a parte do país.
O Player´s Spot vai organizar no próximo dia 19 de Maio em parceria com a Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, um dos eventos mais importantes do calendário do Magic the Gathering competitivo em Portugal, o Pro Tour Qualifier (PTQ) , cujo vencedor ganhará uma viagem para Washington e entrada directa no torneio profissional, onde estarão os melhores jogadores do mundo.
Será o primeiro evento do género a realizar-se no Barreiro e já conta com mais de 160 inscritos de toda a parte do país.
Hoje, dia 11 de maio, pelas 18h00, será apresentado o livro “O SONHO CHAMADO LIBERDADE”, de António Sousa Pereira, na Sala Multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro.
A entrada é livre.
António Sousa Pereira, natural de Vila Real de Santo António, reside no Barreiro há mais de 40 anos. Casado, pai de três filhos.
Frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa, no Curso de Filosofia.
Dirigente Associativo e Cooperativo. Aposentado da Administração Local.
Ligado ao jornalismo, como colaborador de diversos órgãos de informação regional. Foi Diretor do «Jornal do Barreiro», atualmente é Diretor do jornal «Rostos».
Editou os livros «Sobre o ritmo, sobre a vida… Augusto Cabrita», «Sentido da Paisagem», três «Monografias do Associativismo» das freguesias de Coina, Verderena e Palhais, e também o livro «Fazer Associativismo».
«O Sonho Chamado Liberdade» foi editado em 1992, sendo agora lançada a sua reedição pelo jornal «Rostos» com apoio de juntas de Freguesia dos concelhos do Barreiro e Moita.
De 11 a 13 de Maio, no Largo de São João, a Câmara Municipal promove a III Feira da Saúde, uma iniciativa que assinala o Mês do Coração e o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações.
Cerca de vinte instituições relacionadas com as áreas da saúde, do envelhecimento activo e do desporto vão marcar presença nesta Feira onde os visitantes vão poder conhecer um conjunto de entidades da área da saúde, participar em diversos ateliês, workshops e actividades desportivas, assistir a demonstrações e realizar rastreios gratuitos ao colesterol, diabetes, índice de massa corporal, tensão arterial, peso, melanina, frequência cardíaca, auditivo, visual, oral, podologia e celulite.
A III Feira da Saúde é uma iniciativa que visa a divulgação e promoção de conhecimentos necessários para um envelhecimento com saúde e autonomia para continuar a participar activamente na comunidade local.
Nos dias 11 e 12 de Maio, a Feira da Saúde estará aberta entre as 10h00 e as 23h00, e no dia 13, das 10h00 às 20h00.
O Concelho de Grândola segue em frente com duas praias finalistas: Troia-Mar na categoria de Praias Urbanas e Carvalhal na categoria de Praias de Dunas.
Novo reconhecimento para a Frente Atlântica do Concelho de Grândola, que com cerca de 45km, é a maior extensão de praia do país, e a terceira maior do mundo.
A revelação das praias finalistas teve lugar domingo (dia 6) na praia da Comporta, num programa especial transmitido em direto na RTP 1, com apresentação de João Baião e Luísa Barbosa, e que contou com as presenças dos promotores e padrinhos das praias candidatas.
A emissão especial começou com as intervenções de Carlos Beato, presidente da Região de Turismo do Alentejo Litoral e da Câmara Municipal de Grândola, Carlos Beirão da Veiga Administrador da Herdade da Comporta e Luís Segadães presidente das 7 Maravilhas – Praias de Portugal.
Troia-Mar, apadrinhada por Carlos do Carmo, é uma praia distinta no Concelho de Grândola desfrutando de uma bela paisagem e de um mar calmo, de águas cristalinas que convidam a longos banhos. Praia de Bandeira Azul, possui uma vasta extensão de areia fina e dourada, de onde, muitas vezes, é possível avistar as diversas colónias de golfinhos-roazes que habitam esta área. Ideal para passar agradáveis momentos em família, o acesso ao areal é feito através de vários passadiços em madeira.
A praia do Carvalhal tem Cuca Roseta como madrinha. Está rodeada de dunas e pinheiros, possui infraestruturas de qualidade reconhecida, um imenso areal dourado, água límpida e cristalina e uma brisa formada pelos ventos do Oceano Atlântico.
Praia de Bandeira Azul, é caraterizada por abundante vegetação e um sistema dunar de enorme relevo, onde constantemente nos podemos deliciar com a presença de cegonhas que escolhem esta área para nidificar. Esta comunhão perfeita com os diversos elementos naturais é a ideal para quem gosta de desfrutar de qualidade, requinte e exotismo.
A votação do público decorre até 7 de Setembro através de chamada telefónica, internet (www.7maravilhas.pt) e facebook (http://www.facebook.com/7maravilhas)
A final das 7 Maravilhas – Praias de Portugal, decorre em Tróia, a 8 de Setembro, numa cerimónia apresentada por Catarina Furtado com transmissão em direto na RTP 1
A Marinha vai realizar, nos dias 8 e 9 de maio de 2012, em Sesimbra, um exercício de combate à poluição do mar por hidrocarbonetos, denominado “XÁVEGA 2012”.
Os principais objetivos serão treinar os meios atribuídos à Direção-geral da Autoridade Marítima e os da Marinha em espaços marítimos restritos, e a mobilização e actuação em terra, em coordenação com entidades locais com responsabilidade ou interesse no combate à poluição do mar por hidrocarbonetos.
O exercício XÁVEGA 2012 consistirá num colóquio dedicado ao tema da poluição do meio marinho, a realizar no dia 8 de maio, das 15h00 às 17h45, no Auditório Municipal Cineteatro João Mota, em Sesimbra, e na simulação da contenção e recolha de combustível derramado no dia 9 de maio, após a colisão de dois navios mercantes ao largo de Sesimbra, procedendo-se também à limpeza do porto e das praias e à evacuação e salvamento marítimo de um cetáceo.
A prevenção dos riscos e dos fenómenos naturais intensos, bem como de acidentes tecnológicos, que comprometem, frequentemente, o equilíbrio entre o ambiente social e o ambiente natural, constitui uma das missões mais importantes das entidades envolvidas em matéria de prevenção.
Nesse quadro, o tráfego de navios ao largo de Sesimbra, representa, em abstrato, um risco relevante de poluição do meio marinho, exigindo das autoridades competentes, a preparação prévia de respostas prontas e eficazes, para fazer face a ocorrências dessa natureza.
Organizado pela Direção-geral da Autoridade Marítima, em articulação com a Câmara Municipal de Sesimbra, e contando com o apoio da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, participam nas acções de combate à poluição inúmeras entidades, nomeadamente a Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA), a Força Aérea Portuguesa, o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, Reserva Natural do Estuário do Sado e o Parque Natural da Arrábida, o Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal e o Serviço Municipal de Proteção Civil, os Bombeiros Voluntários de Sesimbra, o Clube Naval de Sesimbra e a comunidade universitária, em particular estarão presentes representantes do Instituto Superior Técnico, da Escola Náutica Infante D. Henrique, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e do Instituto Superior de Educação e Ciências.